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Delcídio diz que CPI vai mostrar porque Petrobras é a maior

07 agosto 2009 - 11h12

O senador Delcídio Amaral (PT-MS) disse nesta sexta-feira, 7 de agosto,que os parlamentares que integram a CPI da Petrobras devem ter cautela nahora de definir a pauta e a relação dos requerimentos a serem votadospela Comissão nos próximas dias.
“Trata-se de uma CPI diferente, que envolve uma companhia de capitalaberto auditada por profissionais independentes e fiscalizada por órgãoscomo o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União(CGU). Tem que se levar em conta, também, que a Petrobras é a principalempresa brasileira, que disputa mercado com grandes companhias e vaicrescer muito mais com o advento do pré-sal”, ponderou o senador, que já foi Diretor de Gás e Energia da empresa.
Delcídio esclareceu que o modelo de gestão adotado nas companhias decapital aberto se diferencia bastante daquele utilizado nas estataispuras, porque os controles são muito maiores. “Quando a Petrobras faz uma licitação ou escolhe um parceiro existe umasérie de premissas que pautam a definição da melhor opção para acompanhia. Portanto, temos que ter todo o cuidado possível na definiçãoda pauta, na apresentação e na votação dos requerimentos”, alertou.
O senador considera que as convocações de representantes do governo,dirigentes da Petrobras e da Agencia Nacional de Petróleo -ANP, comotambém do Ministério Público, da Polícia Federal e do TCU, demonstram aseriedade, o profissionalismo e a competência com as quais foram iniciadosos trabalhos da Comissão. “Eu não tenho dúvidas que a CPI da Petrobras será didática porque, com apresença de diretores de carreira da Petrobras com mais de 30 anos decompanhia, a Petrobras vai provar porque é a primeira empresa do Brasil eporque continuará tendo papel fundamental no futuro do País”,acredita Delcídio.
O parlamentar sul-mato-grossense defende um trabalho abrangenteda CPI. “Vamos investigar sim e punir os desvios que forem detectados, mas épreciso também apresentar propostas para aperfeiçoar a gestão da empresa -afirmou Delcídio, que elogiou a proposta de trabalho apresentada pelorelator da Comissão, senador Romero Jucá(PMDB/RR) , e apoiou a sugestão dededicar as quintas-feiras à oitiva de pessoas não incluídas na primeirarelação de convocados, como a ex-secretária da Receita Federal, LinaVieira.
O plano foi aprovado com a condição de serem analisados 40 requerimentoscom parecer pela rejeição, com senadores da oposição. Dois auditores doTribunal de Contas da União (TCU) e dois técnicos da Controladoria Geralda União (CGU) deverão ficar à disposição da comissão. A próxima reuniãoda CPI da Petrobras será na terça-feira (11), às 14h, quando serão ouvidosdirigentes da Receita Federal. A partir da investigação das denúncias e dos diagnósticos, Delcídioacredita que as proposições, os projetos e as leis que dela vão surgir,serão o grande mérito da CPI.
“Se isso não acontecer, a CPI morre nas investigações e deixa deproporcionar ao País mecanismos transparentes e competentes para melhorara gestão da empresa”, acredita.

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