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Delcídio acha viável a unicidade sindical

16 agosto 2004 - 15h30

O senador Delcídio Amaral (PT) é o mais novo aliado do Fórum Sindical dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul, na luta pelas reformas sindical e trabalhista que o governo deverá executar somente só em 2005, e não em 2004 como previsto, segundo estimativa do próprio parlamentar. Durante reunião com a coordenação do FST/MS, há pouco, o senador mostrou-se preocupado com o quadro apresentado, de divergências entre a vontade do trabalhador e a proposta que foi encaminhada ao Governo sobre as reformas. Diante disso, o senador comprometeu-se em conversar com o Ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, para que o secretário de Relações do Trabalho  e coordenador geral  do Fórum Nacional do Trabalho, Oswaldo Martines Bargas, venha a Mato Grosso do Sul para conversar com o FST/MS sobre o assunto.Além disso, o senador disse também que deverá traçar uma “estratégia” de luta em favor da unicidade sindical, que mantêm a força dos sindicatos, “legítimos representantes dos trabalhadores brasileiros”.  Delcídio explicou que deverá agir tanto na Câmara Federal como no Senado em favor da “bandeira” do FST/MS, que é a mesma da maioria dos trabalhadores em todo o País. O coordenador do fórum em Mato Grosso do Sul, José Lucas da Silva, explicou que o trabalho do senador será muito importante no Congresso Nacional porque nem todos os parlamentares têm conhecimento profundo sobre as duas correntes (unicidade e pluralidade sindical) que lutam para imperar no País com a reforma sindical. Delcídio concordou e explicou que muitos deputados e senadores são, muitas vezes, especialistas em determinadas áreas. Não dominam, portanto, todos os  assuntos com a profundidade necessária como esse caso requer. José Lucas explicou que a ameaça aos trabalhadores surgiu depois que o Ministério do Trabalho, através de suas delegacias em todos os Estados, discutiu qual a melhor proposta de reforma sindical. Foi quase unanimidade no País, a decisão pela unicidade. Ocorre que, por manipulação de pessoas do governo federal, aliados algumas centrais sindicais, como a CUT, acabaram mudando o resultado desse trabalho, querendo agora emplacar a pluralidade no País, que significaria o fim do sindicalismo brasileiro.Os membros do FST/MS, no encontro com o senador foram: Idelmar da Mota Lima, Samuel Freitas da Silva, José Roberto Silva, Estevão Rocha dos Santos, Ricardo Froes, Hélio Cosmos Rodrigues, Adauto C. Almeida e o vereador Pércio Andrade, amigo do senador e parlamentar que tem apoiado também o movimento sindical, especialmente o fórum sindical.A coordenação do fórum está procurando todos os apoios políticos nessa luta. Já visitou também os deputados federais Vander Loubet (PT), Antônio Cruz (PTB), Nelson Trad (PMDB) e o senador Juvêncio César da Fonseca (PMDB). Na semana passada contou também com o apoio do prefeito de Campo Grande, André Puccinelli (PMDB). “Nosso objetivo é revertermos o quadro em Brasília e aprovarmos uma reforma sim, mas justa,  que não impede o trabalhador de aumentar suas conquistas”, explicou Idelmar da Mota Lima, membro da coordenação do FST. 

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