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Delcídio abre diálogo entre Receita Federal e transportadores

29 março 2008 - 07h11

O senador Delcídio Amaral (PT-MS) promoveu na noite de quinta-feira um encontro de dirigentes de empresas transportadoras de Corumbá com o secretário geral da Receita Federal, Jorge Rachid, para debater medidas que viabilizem o transporte de produtos destinados à exportação na fronteira do Brasil com a Bolívia.

Há cerca de três meses, a Receita Federal vem exigindo o cumprimento de uma Lei de 1997, que determina que os produtos destinados à exportação sejam armazenados num único depósito alfandegado, no caso de Corumbá o da permissionária AGESA, o que impede o armazenamento nas próprias transportadoras. Essa situação faz com que as transportadoras, os exportadores, as indústrias e os próprios caminhoneiros fiquem com suas logística de trabalho comprometida, uma vez que a AGESA não dispõe de espaço físico suficiente para atender a demanda, que se multiplica a cada dia.

A reunião, realizada em Brasília, contou com a participação do assessor técnico do Senado, Ângelo Rabelo, do vereador de Corumbá, Marcos de Souza Martins (PT) , do Gerente da Transportadora Sicall, Paulo Farias, do Presidente da Associação Corumbaense de Comércio Exterior , Jorge Torres, do Diretor da Transnet Logística de Transporte, Carlos Marques, do Gerente da Transnet Logística de Transporte, Manoel Garcia e do Diretor da Transportadora Santa Cruz , Alexandre Otsuso.

De acordo com o vereador Marcos Martins (PT), a situação é insustentável, pois não há opção de armazenamento.

“A operação das transportadoras está paralisada, os prazos não estão sendo cumpridos, as indústrias estão abarrotadas de mercadorias e os caminhoneiros acabam retidos em filas quilométricas, inviabilizando o transporte rodoviário. As diárias acumuladas, cobradas das transportadoras pelos caminhoneiros, encarece os fretes e inviabiliza os custos de transporte. Por outro lado, os transportadores, fiéis depositários, não conseguem descarregar suas mercadorias na AGESA por falta de espaço. Corumbá está numa encruzilhada, se levarmos em conta o risco iminente de fechamento dos depósitos das transportadoras e a inevitável demissão de funcionários”, alertou Martins.

Para os transportadores, a soma desses fatores representa prejuízos financeiros incalculáveis com a perda de crédito do país no comércio exterior, especialmente na fronteira de Corumbá com a Bolívia.

“Por esse motivo, procuramos o senador Delcídio Amaral que abriu para nós o diálogo com a Receita Federal”, explicou o vereador.

Ao tomar conhecimento da situação, o secretário Jorge Rachid considerou pertinentes as reivindicações e se comprometeu a encontrar uma solução que, sem ferir a legislação, atenda as reivindicações das empresas corumbaenses.

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