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Crea discute eficiência e redução no consumo de energia

19 junho 2007 - 10h38

Usar corretamente a energia elétrica é papel de toda a sociedade. Medidas simples como diminuir o tempo do banho quente e de funcionamento de condicionadores de ar, evitar luzes acesas sem necessidade, adquirir equipamentos elétricos que indicam baixo consumo de energia e ainda, o mais importante, diminuir o consumo de energia nos horários de pico (17h30 às 20h30), onde a tarifa tem o valor mais elevado, são medidas que facilmente podem ser adotadas pela população.



O Crea-MS, a partir de dezembro de 2006, passou a adotar medidas simples a fim de reduzir o consumo e o valor pago pela energia elétrica consumida pelo Conselho. As ações foram apontadas após um diagnóstico realizado por uma empresa especializada com registro no Crea-MS, que apresentou uma síntese dos potenciais de racionalização energética das instalações do Conselho. O diagnóstico incluiu uma avaliação econômica das medidas adotadas e indicou medidas e sugestões para incremento da eficiência energética nos equipamentos e instalações elétricas, como também a análise de custo-benefício.



O presidente do Crea-MS, engenheiro Amarildo Melo, conta que a idéia partiu da preocupação com a gestão correta dos recursos financeiros do Conselho, sendo também um incentivo para os funcionários tornarem-se multiplicadores das ações. Os funcionários do Crea-MS também passaram por uma série de palestras de conscientização quanto ao consumo excessivo de energia. “Utilizar as escadas ao invés dos elevadores, desligar os computadores no intervalo do almoço, aproveitar a iluminação natural dos ambientes são algumas das medidas que foram facilmente adotadas por nosso corpo funcional”, confirma.



O diagnóstico foi baseado em levantamentos de campo e em informações prestadas pela administração do Conselho, onde foram consideradas: o tempo de utilização de lâmpadas, possibilidades de redistribuição e desligamentos dessas ao longo do dia; situação do sistema de condicionadores de ar, assim como a possibilidade de substituição e manutenção dos aparelhos, força motriz; e o tempo de utilização de equipamentos de informática. Um fator que gerou grande economia, segundo Melo, foi o enquadramento tarifário, ou seja, a redução da demanda de energia contratada pelo Crea-MS junto à concessionária de energia.



Nos meses de setembro a novembro de 2006, as faturas do Crea-MS apontaram uma média de gasto de R$10.275,33, e nos meses de janeiro a março, a média girou em torno de R$4.692,32, uma economia de 54%.

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