Já virou costume a tentativa - e também a conquista - de holofotes por parte de políticos brasileiros diante de situações críticas a qual a população vive e sofre. Basta aparecer um assunto polêmico que está lá, criada mais uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). A mais nova foi aprovada na terça-feira (22) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e serve para apurar ações do Cimi (Conselho Indigenista Missionário) no Estado.
Nada contra a intenção dos nobres deputados, onde até deve existir uma boa vontade diante do que realmente a citada ONG tem realizada por aqui, mas, a cada Comissão criada, gasta-se mais do já achatado orçamento público com diárias, documentações, viagens, passagens, hotéis e assim por diante.
O resultado no final dos 120 dias – tempo a qual deve ocorrer a CPI, quando o mesmo não é prorrogado – é quase nulo, até porque, diante de tantas reuniões e inícios de conversa, poucos resultados positivos são apresentados.
Existe um balão de ensaio feito por parte dos nossos parlamentares e os mesmos ganham mídia, são objetos de discussão, brigam, discutem e fazem teatro, para que tudo caia no esquecimento meses ou anos depois.
O que virou da CPI da Saúde no Estado? E a recente Enersul/Energisa? Quantas começaram de forma estrondosa em todo o país e terminaram sem que ao menos algo de concreto fosse apontado.
Enquanto isso, viajam-se, gastam, conversam, mas, de concreto, apenas as notas fiscais para que o contribuinte pague a conta de mais aventuranças por parte dos nossos políticos.
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