A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Sanguessugas começou a ouvir hoje o depoimento dos 29 assessores parlamentares suspeitos de envolvimento com as fraudes nas emendas para a compra superfaturada de ambulâncias com recursos do Orçamento Geral da União. Segundo a CPI, entre os assessores estão os que receberam dinheiro do esquema ou foram citados no depoimento oficial dos dono da empresa Planam, acusada de chefiar as fraudes.Os 29 assessores correspondem a 30 deputados investigados, isso porque um deles, Francisco Machado Filho, trabalha simultaneamente para dois parlamentares, os deputados João Grandão (PT-MS) e Paulo Baltazar (PSB-RJ). Os depoimentos são ouvidos por assessores da CPI e pelo sub-relator de Investigação de Parlamentares, José Carlos Aleluia (PFL-BA).O primeiro depoimento ouvido pela CPI é do assessor Vander Cesário Rosa, que trabalha para o deputado Júlio Betão (PL-AC).
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