O deputado federal João Grandão (PT-MS) denunciou ontem na Tribuna da Câmara dos Deputados que “coureiros” paraguaios continuam invadindo a planície pantaneira, na região do Nabileque, onde estão abatendo animais silvestres e aterrorizando a população. Muito comum na década de 80, essa ação criminosa dos coureiros foi reiniciada no final do ano passado, segun-do relatórios da Companhia Independente de Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul. De acordo com relatórios, já foram encontradas mais de 500 carcaças de jacarés, sucuris e veados, mas estima-se que o número de animais abatidos seja bem maior. Os criminosos paraguaios também es-tariam roubando gado, assaltando fazendas, incendiando propriedades e até violando mulheres residentes naquela área fronteiriça entre Brasil, Paraguai e Bolívia. O governo de Mato Grosso do Sul destacou policiais para a regi-ão. Entretanto, “os moradores vivem no dia-a-dia o temor de novos ata-ques, mesmo com a presença da Polícia Militar Ambiental, em virtude da dificuldade de comunicação e de acesso das equipes de fiscalização ao pronto atendimento devido ao alagamento natural das regiões pantaneiras”. O fato de tratar-se de bioregião, que se estende pela fronteira entre Brasil, Bolívia e Paraguai, têm levado o Governo de Mato Grosso do Sul a estudar proposta de criação, não somente de um Parque Estadual do Pantanal de Nabileque, mas também do Parque Tripartite.
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