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Corumbá já registra 943 focos de queimadas em 2004

08 setembro 2004 - 10h01

O calor dos últimos dias, aliado ao período de trinta e um dias sem chuva, a última precipitação aconteceu em 07 de agosto, aumentou os focos de queimadas em Corumbá. Este ano, os registros já superaram o total de casos de 2003. Somente entre 1º e 05 de setembro, o município teve 221 casos, segundo as imagens coletadas pelo satélite NOAA-12, utilizado pelo Ibama para monitoramento diário. Com isso, há três dias, uma densa camada de fumaça encobre o município pantaneiro e a região da Bolívia. A vegetação localizada à margem esquerda do rio Paraguai também foi atingida pela nuvem.A maior incidência de focos de calor aconteceu no sábado, dia 04, quando foram contabilizados 92 registros de incêndios florestais. Embora numerosos, os casos até agora não foram de grandes proporções. No mesmo período, a cidade de Ladário teve 02 focos registrados pelo Ibama. Somente em setembro, Mato Grosso do Sul teve, segundo o Instituto, 407 focos. No ano, o Estado contabilizou 2.626 casos de queimadas. O índice destes primeiros cinco dias de setembro, em Corumbá representa 54,30% dos casos deste mês, em todo o território sul-mato-grossense. Entre 1º de janeiro e 05 de setembro deste ano, o município pantaneiro teve 943 casos de queimadas, sendo que 526 deles, mais da metade, aconteceram entre agosto e setembro. O índice deixa Corumbá na liderança absoluta em incidência de incêndios florestais no Estado, com 35,92% dos focos. Além disso, os registros já ultrapassaram os 867 casos de todo o ano de 2003, rompendo com o histórico de reduções. Entretanto, ainda está longe dos 5.415 focos contabilizados em 2002. Dados do Sistema Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) mostram ainda que os cinco primeiros dias de setembro registraram mais casos que todo período entre fevereiro e julho deste ano. Além disso, nos sete primeiros meses de 2004, somente janeiro havia registrado contagem superior a 100 casos, naquele mês foram 202. A partir de agosto a estiagem e as altas temperaturas começaram a agir e os registros saltaram para 305. No período crítico, que compreende os meses de julho a outubro, até agora, foram 580 focos de incêndios florestais, contra 453 do mesmo quadrimestre do ano passado.  

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