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Cônsul belga se impressiona com potencial de MS

26 setembro 2003 - 12h20

O cônsul-geral da Bélgica em São Paulo, Michael Ardui, saiu impressionado da audiência desta manhã com o governador Zeca do PT e o secretário de Produção e Turismo, José Felício, com o potencial de desenvolvimento que Mato Grosso do Sul possui. Após a apresentação de indicativos sociais, físicos e econômicos, o representante belga disse a Zeca que saia da reunião com a impressão de que Mato Grosso do Sul é um estado muito rico, e que ainda tem muito potencial para se desenvolver.“Aqui, ao contrário da Europa, ainda tem muito potencial para o desenvolvimento, principalmente devido ao caráter empreendedor de seu povo. Vou relatar tudo o que vi e ouvi aos empresários da Bélgica, porque essa parte do País tem um grande futuro. Reúne a riqueza natural e os recursos humanos, e, além disso, conta com um ótimo governador [Zeca]”, explicou o chefe da missão belga.Em sua exposição sobre as potencialidades do Estado, o governador Zeca centralizou suas explicações na intermodalidade de transportes. Ele disse que com a viabilização das duas alternativas da rota bioceânica que passam pelo Estado para dar acesso aos portos de Iquique, Antofagasta e Arica no Chile e de Ilo no Peru, seja através da Bolívia (via Corumbá-Puerto Suares-Santa Cruz de La Sierra) ou do Paraguai (via Porto Murtinho-Filadelfia-Assunção), será encurtada em mais de 7,5 mil quilômetros à distância para o mercado de três bilhões de consumidores da Ásia.Zeca explicou que um dos grandes filões a ser explorado com a redução da distância será a comercialização do álcool combustível (etanol) para os países asiáticos. “O protocolo de Kyoto que estabelece que deverá haver uma redução da emissão de gases poluentes na atmosfera será um dos grandes indutores para que exista essa comercialização, porque os países terão que reduzir o consumo de combustíveis fosseis como a gasolina e substituí-los por produtos orgânicos como o etanol”, salientou. Segundo o governador, o Japão é um dos países que vai fazer essa redução fazendo a adição de 3% de álcool combustível a gasolina. Ele lembrou que Mato Grosso do Sul que atualmente é o sexto do País na produção de álcool combustível com 486 milhões de litros ano em nove usinas, e com a lavoura da cana-de-açúcar ocupando uma área de 150 mil hectares e empregando 15 mil pessoas, será um dos grandes beneficiados com a exportação para a Ásia, porque tem potencial para ampliar sua produção. Fascinado com a apresentação, o cônsul belga resumiu todo o projeto da ligação bioceânica defendida por Zeca em apenas quatro palavras: é uma coisa fantástica.  

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