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Congresso aprovou corte de 24,9% no programa de combate à dengue

26 março 2008 - 16h07

O Programa de Vigilância, Prevenção e Controle da Dengue do Ministério da Saúde teve um corte no Orçamento da União de 24,9%, segundo constatou o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).

De acordo com o levantamento, o programa que tinha um orçamento inicial de R$ 18,7 milhões sofreu redução para R$ 14,04 milhões.

O economista e assessor técnico do Inesc Evilásio Salvador diz que o corte segue a tradição do manejo do orçamento brasileiro, onde geralmente a área social é a mais afetada.

- Chama atenção porque é um programa importante, principalmente pelo que vem ocorrendo no Rio de Janeiro. Constatamos que o corte na ação específica de combate à dengue é maior que o corte no programa de vigilância. Isso é grave - disse o economista.

As ações de combate à dengue estão inseridas no orçamento de Programa Vigilância, Prevenção e Controle de Doença e Agravo. Para o Orçamento da União de 2008. o programa tinha na proposta inicial de R$ 2,7 bilhões, sedo reduzido para R$ 2,3 bilhões, o que representa um corte de 15%. O programa atende a uma série de ações para a rede básica de saúde pública, entre ela o combate à dengue.

Os cortes no Orçamento foram aprovados pelo Congresso no dia 13 de março.

Com novo balanço da Secretaria municipal de Saúde do Rio divulgado nesta terça-feira, os casos deste ano já superam o total de registros de 2007: este ano são 26.668 e, no ano passado, foram 25.107 casos. Desde o início do ano, uma pessoa morreu de dengue a cada dois dias no Estado do Rio. A doença está matando quase cinco vezes mais do que na última epidemia no Rio. Em 2002, foram 91 mortes para mais de 280 mil casos; este ano, 48 pessoas já morreram, e o número de casos foi bem menor: nem 33 mil notificações.

Para especialistas reunidos ontem na Fiocruz, o Rio passa pela epidemia de dengue mais grave da História. Segundo o epidemiologista Paulo Sabroza, da Escola Nacional de Saúde Pública e da Comissão Nacional de Combate à Dengue, o número de mortes, que já chega a 31 este ano, é um sinalizador de que a dengue, daqui para frente, será mais agressiva.

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