Pelo menos 130 pessoas morreram na sexta-feira após ataques coordenados contra três campos militares em Burundi, informou o Exército. Moradores locais, por sua vez, acusam a polícia de ter prendido cerca de 40 jovens um dia antes e de tê-los executado deliberadamente, horas depois de um ataque feito na noite de quinta-feira por insurgentes em acampamentos militares.
Os combates começaram às 4h da manhã, quando homens fortemente armados atacaram o campo de Ngagara e o ISCAM (Instituto Superior de Comandantes Militares), ao norte e ao sul de Bujumbura.
Neste sábado, os cadáveres de pelo menos 40 pessoas foram encontrados nas ruas de Bujumbura, capital do país. O Conselho de Segurança da ONU condenou os ataques e "exigiu de todos os grupos armados que deponham as armas e cessem qualquer atividade desestabilizadora para acabar com o ciclo de violência e represálias".
"Algumas dessas crianças tiveram seus rostos completamente desfigurados, en
quanto em outros, o tiro entrou pela parte superior do crânio, (...), é um horror absoluto, aqueles que fizeram isso são criminosos de guerra", criticou uma jornalista do Burundi, que não quis se identificar.
Todos asseguram que a maioria das pessoas foram mortas no final da tarde de sexta-feira e na madrugada deste sábado.
" A maioria dos mortos são jovens pais de família que estavam em casa, foi uma carnificina, não há outra palavra", disse, indignado, um morador da região.
O porta-voz do exército, o coronel Gaspard Bratuza, explicou no Twitter que um balanço definitivo das operações em Bujumbura seria comunicado no decorrer do dia.
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