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Comunidade indígena participa da Conferência de Juventude

28 março 2008 - 07h13

Representante das comunidades indígenas Guarani, Kaiowá e Terena, de Mato Grosso do Sul, participam da 1ª Conferência Estadual de Políticas Públicas de Juventude. Eles irão reivindicar ações na área da saúde, educação e transporte. A 1ª Conferência Estadual de Políticas Públicas de Juventude acontece hoje e amanhã (28 e 29), no Centro de Capacitação de Recursos Humanos da Prefeitura de Campo Grande (MS) – Cecap, na Rua Ernesto Geisel, 400. A solenidade da abertura acontece hoje, às 19 horas.
Cerca de 160 jovens indígenas das comunidades Terenas e Guarani participaram no último dia 20, no município e Anastácio (MS), da Conferência Livre de Juventude – que foi realizada durante uma gincana, com a participação dos acadêmicos da Universidade Estadual de Dourados. Durante evento foram eleitos 12 jovens para representar as comunidades indígenas na Conferência Estadual.  Dois serão eleitos para a Conferência Nacional.
São jovens das comunidades indígenas dos municípios de Campo Grande, Amambai, Dois Irmãos do Buriti, Caarapó e Anastácio, onde foram realizadas Conferências Livres e Municipais de Juventude.
Segundo João Felipe Terena, membro da Comissão Organizadora Estadual e Nacional da Conferência de Juventude, de Mato Grosso do Sul, entre as propostas apresentadas pelos jovens indígenas para serem debatidas durante a Conferência Estadual, estão as áreas de saúde, educação e transporte.
“Temos preocupação muito grande com atenção à saúde dos jovens indígenas, principalmente nas aldeias. Queremos os programas de atenção à juventude indígena dentro das aldeias. Temos um número muito grande de jovens dentro das aldeias. As vezes, eles não têm os direitos deles plenamente respeitados. Foi muito pautada a questão da saúde e educação”, informou João Terena.
Outra preocupação apresentada por ele foi com relação ao transporte escolar e os números de jovens nas universidades do Estado. “Há necessidade de se fazer um censo com dados da população jovem indígenas no Estado. Temos cerca de 180 jovens matriculados nas universidades. A maior dificuldade é a permanência dentro da instituição. É necessário ter uma política pública que faça esse acompanhamento. Eles também solicitam melhorias de transporte escolar”, disse.
Outro anseio da juventude indígena é que seja incluído no calendário do Estado os jogos indígenas de Mato Grosso do Sul.

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