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Um mês depois do crime, suspeita de matar manicure se apresenta à polícia

15 fevereiro 2016 - 20h50

Gabriela Antunes dos Santos, 20, suspeita de matar a tiros a manicure Jenniger Nayara Guilhermete, 22 anos, se apresentou na 2ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande na tarde desta segunda-feira (15). Ela vai ser ouvida pelo delegado e permanecer presa em razão de mandado de prisão.

O delegado responsável pelo inquérito, Alexandre Amaral Evangelista, disse ao Portal Correio do Estado que a suspeita foi até a delegacia acompanhada de advogados e ainda será ouvida, porém, já se encontra presa.

Ainda segundo o delegado, o inquérito foi finalizado no dia 11 de fevereiro e encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE). Também foram pedidas as prisões preventivas das duas suspeitas. O depoimento de Gabriela será formalizado e anexado ao inquérito como complemento.

Ao jornal, ele não detalhou onde a suspeita estava escondida e informou que uma coletiva de imprensa será realizada, onde serão passados maiores detalhes sobre a prisão e sobre o fim do inquérito. Gabriela foi indiciada por homicídio duplamente qualificado e corrupção de menores.

Emilly Karolliny Leite, 19 anos, está presa por participação no crime e uma adolescente de 16 anos responde pelo ato infracional. As duas apontaram Gabriela como mentora e responsável pela morte de Jennifer.

O CASO

Jennfifer foi morta a tiros no dia 15 de janeiro e foi localizada na Cachoeira do Ceuzinho no dia 16 de janeiro.

A Polícia Civil apurou que o homicídio aconteceu porque Gabriela e Jennifer tinham uma briga há cerca de quatro anos. A manicure havia namorado o atual marido de Gabriela e isso ainda era motivo de ciúmes.
Conforme apurado no inquérito, primeiramente Gabriela foi até Jennifer, que estava na casa de uma cliente no bairro Vida Nova. O argumento utilizado para a vítima entrar no carro e sair do local era de que Gabriela queria resolver a briga que as duas tinham há quatro anos.

Foi até mencionado que as duas seguiriam para a casa de uma outra pessoa, que mora nas proximidades da avenida Euler de Azevedo, sentido a cachoeira Ceuzinho. Nessa residência, seria o local para haver a intermediação sobre a briga.

Emilly e a adolescente de 16 anos, que é sobrinha do marido de Gabriela, estavam no carro, junto com as duas outras mulheres. Ao chegar no local do crime, Gabriela sacou uma arma e desceu do carro junto com a vítima, até a cachoeira, onde fez os disparos. (Com Correio do Estado)

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