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EBOLA

Saúde de MS define nove municípios como referência para casos suspeitos

19 agosto 2014 - 09h42

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES/MS), através da Coordenadoria Estadual de Vigilância Epidemiológica, apresentou nesta segunda-feira (18) o protocolo de vigilância de casos suspeitos de doença pelo vírus ebola. O protocolo foi elaborado em conjunto com o Ministério da Saúde e as secretarias de saúde dos municípios de Mato Grosso do Sul. O objetivo do protocolo é definir as ações e cuidados em casos que possam ser detectados no Estado.

De acordo com a diretora de vigilância epidemiológica da SES, Bernadete Lewandowski, o protocolo servirá de base para as ações de cuidados nos 79 municípios do Estado desde sua detecção, notificação, análise laboratorial e encaminhamentos a hospitais.

“São as primeiras ações definidas para Mato Grosso do Sul referente ao vírus do Ebola. Após reuniões com o Ministério da Saúde, definimos nove municípios prioritários que farão atendimento aos casos, levando em consideração o fluxo de pessoas e fronteira com outros países. Nestes municípios cada um terá um hospital de referência para atendimento. Além disso, já iniciamos os pedidos para a aquisição das EPI (Equipamento de Proteção Individual) que serão utilizados pelos profissionais de saúde”, afirmou a diretora. “Priorizamos as nossas fronteiras, pois são os principais locais de fluxo de pessoas. Mesmo que o Brasil não tenha registrado nenhum caso da doença, há a preocupação em nos mantermos preparados para o cuidado imediato, devido aos sintomas graves causados pelo vírus do Ebola”, acrescentou.

Os municípios de referência para os atendimentos serão: Campo Grande, Bela Vista, Bonito, Corumbá, Dourados, Mundo Novo, Ponta Porã, Porto Murtinho e Três Lagoas. Cada secretaria de saúde do município designará um hospital de sua rede como referência para o atendimento dos casos.

Além dos atendimentos médicos, ficarão a cargo da vigilância epidemiológica as investigações que detalharão o histórico de viagem para áreas afetadas pelo vírus, a fim de identificar possível Local Provável de Infecção (LPI). Os contatos de casos suspeitos identificados deverão ser monitorados por 21 dias (período de incubação do vírus) após a ultima exposição conhecida.

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