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ANTÔNIO JOÃO

Revoltada, presidente de sindicato deixa reunião e diz que vai retomar terra invadida

29 agosto 2015 - 11h45

Revoltada com a onda de invasões em Antônio João, a presidente do Sindicato Rural do município, Roseli Maria Ruiz, abriu e encerrou rapidamente uma reunião que ocorria na sede da entidade na manhã deste sábado (29).

Antes mesmo das falas dos deputados federais Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Tereza Cristina (PSB), além do senador Waldemir Moka (PMDB), que estavam no local com dezenas de produtores, ela se dirigiu a uma de suas propriedades rurais da região do distrito de Campestre.

O principal alvo da produtora foi o Cimi (Conselho Indigenista Missionário) a qual acusa de orquestrar todas as ações. “Eu não acredito em mais nada, nem na Justiça e nem no Cimi. Estou indo agora para as minhas propriedades para retomá-las”, relatou.

Uma das fazendas de Roseli é a Fronteira, onde segundo a mesma, durante invasão de indígenas em 1998 seu marido acabou espancado.

O clima na região é tenso desde que houve as primeiras invasões, no início do mês. Pelo menos oito propriedades foram invadidas na região que faz fronteira com o Paraguai.

Durante a semana, fazendeiros e parte da população bloquearam o acesso a Antônio João.


Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) entraram em uma das fazendas no intuito de liberar algumas vias para que trabalhadores realizassem serviços nos locais.

REUNIÃO POR ACORDO

Na tarde de sexta-feira, o comando do Departamento se reuniu com o MPF (Ministério Público Federal) em Ponta Porã, Funai e polícias Federal e Civil, no intuito de solucionar o problema.

No primeiro momento foi proposta uma vistoria nas fazendas que estariam invadidas para verificar as condições físicas dos locais e como eram tratados os animais. A proposta seria entregue aos indígenas por parte da Funai.

O clima permanece tenso na região.

Clima é tenso em Antônio João - Foto: Osvaldo Duarte

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