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SAÚDE

Rede Cegonha é tema de palestra no Hospital Regional de Ponta Porã

22 janeiro 2020 - 17h35Por Da redação

Hospital é credenciado pelo projeto Rede Cegonha e propõe a melhoria do atendimento às mulheres durante a gravidez, parto e puerpério; unidade é gerenciada pelo Instituto Acqua por meio de parceria com a SES (Secretaria de Estado da Saúde) do Mato Grosso do Sul

O Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã, gerenciado pelo Instituto Acqua em parceria com a SES, realizou recentemente palestra sobre o projeto Rede Cegonha, que promove atenção humanizada durante a gravidez, parto e puerpério. A atividade teve intuito de orientar os colaboradores sobre as boas práticas de humanização do parto, desenvolvimento do projeto e aleitamento materno.

“O Hospital é credenciado pelo projeto Rede Cegonha, programa do SUS (Sistema Único de Saúde) que propõe a melhoria do atendimento às mulheres durante a gravidez, parto e o pós-parto, e ao recém-nascido e às crianças até dois anos. Assim que o bebê nasce temos a hora de ouro, em que ele vai direto para o contato pele a pele com a mãe, onde é amamentado na primeira hora de vida e fazemos o corte do cordão tardio, permitindo que o recém-nascido receba nutrientes importantes para o desenvolvimento da criança”, explicou a coordenadora de enfermagem, Luciana Licha.

A maternidade do Hospital Regional de Ponta Porã conta com 19 leitos dispostos com alojamento conjunto, três salas PPP (pré-parto, parto e pós-parto), uma sala de estabilização para recém-nascido, uma sala de classificação de risco obstétrico, sala de observação, consultório médico e solarium para realização de encontros educacionais e arejamento para as gestantes.

A coordenadora de enfermagem ressalta ainda que a unidade cumpre os protocolos preconizados pelo Ministério da Saúde e boas práticas de partos internacionais. “Temos uma equipe de enfermeiros obstetras treinados para fazer parto humanizado, utilizamos equipamentos e métodos de alívio de dor não farmacológicos, tais como: bola de pilates, barra de apoio, som, exercícios e duchas quentes”, frisou.

Débora Aguilera, 20 anos, teve parto normal apoiada na bola de pilates. Ela e o marido, Vitor Afonso Barreto, 24 anos, elogiaram o atendimento realizado pela unidade. “Fomos bem atendidos. As enfermeiras nos apoiaram a todo momento e nos deixaram à vontade. Não imaginava que poderia ter o bebê em posturas não convencionais, gostamos da experiência” contou.

“Acompanhei de perto o parto da minha filha, foi emocionante e ganhamos um kit na saída que nos auxiliará nos primeiros cuidados com ela”, comentou Vitor.

 

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