Dois bebês prematuros nascidos na Santa Casa de Campo Grande viveram dias de heróis durante a internação. Mais especificamente Mulher-Maravilha e Hulk foram as fantasias escolhidas para representar a batalha que são os dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e na Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo).
A ação para o “mesversário” aconteceu na manhã desta sexta-feira, dia 19, e contou com o envolvimento de toda a equipe multidisciplinar dos setores e da Comissão de Humanização do hospital.
Luna, que completou dois meses, nasceu com 650 gramas e ficou 58 dias internada na UTI Neo, foi vestida de Mulher-Maravilha, um personagem que simboliza amor, gentileza, compaixão e, principalmente, a força feminina. Para Luzia Sabino, mãe da pequena heroína, esses dias todos no hospital podem ser considerados uma verdadeira batalha. “Espero que ela esteja cada vez mais forte e com saúde. E em casa, para eu fazer o bolinho dela”, revelou a confeiteira.
Já o prematuro Miguel, que completou seu primeiro mês de vida na Santa Casa e estava de malas prontas depois de receber alta hospitalar nesta sexta-feira, foi fantasiado de O Incrível Hulk. Para a mãe, Cris de Souza Santos, que passou por uma gestação de alto risco, o apoio da equipe multidisciplinar foi fundamental para o sucesso do tratamento. “Fui muito bem acolhida, desde a hora que entrei aqui no primeiro dia. Estou saindo satisfeita e agradecida”, ressaltou.
“Foi uma gravidez muito complicada, fiquei internada oito vezes por conta da pressão alta e no final eu adquiri diabetes gestacional. Então, tive que fazer o parto com 29 semanas. Eu me sinto abençoada porque muitas pessoas falaram que eu não ia conseguir terminar minha gestação e que a minha vida estava em risco. Mas hoje eu vou voltar para a minha casa e levar meu pequeno comigo”, complementou a mãe, Cris de Souza.
De acordo com a supervisora de enfermagem da linha materno-infantil, Keila Domingues, a intenção de comemorar o “mesversário” surgiu a partir de reuniões da Comissão de Humanização, após serem levantadas ações que promovessem a humanização. “Pensamos em um projeto que facilitaria e melhorasse o vínculo de equipe com os pacientes. É uma forma de estreitar esse acolhimento com o bebê e com a mãe, que também passa muito tempo aqui na instituição”, explicou.
“Não é nem a cada mês, mas a cada dia é uma vitória, tanto para a mãe, quanto para o bebê e para a equipe profissional. A gente espera a alta desse recém-nascido, ver ele retornando para casa e a família, para viver bem os demais meses e anos da sua vida”, finaliza a supervisora de enfermagem da linha materno-infantil, Keila Domingues.
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Bebês foram fantasiados de super-heróis - Crédito: Divulgação/Santa Casa