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OPERAÇÃO URUTAU

PF cumpre mandados em duas cidades de MS contra o tráfico de animais

04 dezembro 2020 - 08h58Por Da Redação

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (4/12) a segunda fase da Operação Urutau. A medida visa o combate ao tráfico de animais silvestres, mediante ação conjunta com o Ministério Público Federal, Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Paulo, Polícia Militar Ambiental do São Paulo, Polícia Militar Ambiental do Mato Grosso do Sul e o Ibama.

No Estado, duas cidades são alvo da ação, Ivinhema e Novo Horizonte do Sul. 

Ao todo, são cumpridos 14 mandados de prisões preventivas, 17 mandados de busca e apreensão e 5 de sequestro/apreensão de veículos automotores. Além dos municípios sul-mato-grossenses, os policiais atuam em Diadema/SP, São Paulo (capital), Jacareí/SP, Mongaguá/SP, Aparecida de Goiânia/GO, Curitiba/PR e Alagoinha/PE.

Nova fase

Com a análise das provas colhidas na Operação Urutau, deflagrada pela PF em 23 de maio de 2019, foram identificados outros núcleos criminosos responsáveis pela promoção massiva comercialização ilícita de animais silvestres.

Durante o período foram aprendidas centenas de animais silvestres no curso das investigações policiais que constituíram provas da materialidade de diversas imputações penais, dentre os quais os seguintes ilícitos penais: receptação dolosa qualificada, associação criminosa, crime de perigo para a vida ou saúde de outrem, caça de animais silvestres, falsificação de sinal público/anilhas e crimes contra a fé pública em geral e falsificação de documento particular.

Os criminosos comercializavam espécies da fauna silvestre protegidos de extinção, tais como Arara-canindé, Arara-azul, Arara-vermelha, Ararajuba, Jabuti-piranga, Jacaré, Macaco-prego, Sagui de tufos brancos, Saíra-pintor e Tucano-toco.

 O nome da operação é uma alusão aos urutaus, aves exclusivamente noturnas e que utilizam bem a sua plumagem para se camuflar, confundindo-se com o ambiente, de modo a dificultar a sua localização pelos predadores. No caso da operação policial os investigados praticavam crimes ambientais de tráfico de animais silvestres em escala, malferindo a biodiversidade ambiental, ocultando-se na benevolência das penas criminais pífias previstas na Lei Ambiental 9.605/1998, que as qualifica como infrações penais de menor potencial ofensivo.

 

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