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CONTRA O CÂNCER

Palestras marcam encerramento da campanha “Novembro Azul” no TCE-MS

27 novembro 2015 - 20h20

Mais de 120 servidores do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) lotaram o auditório da Escola Superior de Controle Externo (Escoex) para assistir as palestras sobre saúde do homem e prevenção ao câncer de próstata, que encerraram a campanha “Novembro Azul”, lançada no início do mês pelo coordenador do projeto no (TCE-MS), conselheiro Iran Coelho das Neves.

Na oportunidade o conselheiro convocou os servidores para se tornarem multiplicadores da importância da prevenção e tratamento e desmistificar o tabu e preconceito existente entre os homens em fazer o exame de próstata.

O conselheiro Iran Coelho afirmou que o auditório lotado é prova de que os servidores atenderam ao chamado sobre a importância da prevenção.

O conselheiro avaliou o resultado como altamente positivo, “a exemplo da campanha Outubro Rosa, que também foi uma iniciativa do presidente do TCE-MS, conselheiro Waldir Neves”. Segundo ele, com este tipo de iniciativa o TCE-MS espera contribuir para a redução dos casos de câncer de próstata no Mato Grosso do Sul que apresenta a maior taxa da doença na região Centro-Oeste e a segunda maior do País.

O médico oncologista Cezar Augusto Vendas Galhardo apresentou a palestra sobre “o que é e como prevenir o câncer de próstata”. Segundo ele o exame preventivo traz um benefício infinitamente maior, com a cura da doença, do que a dor provocada pelo toque retal. Utilizando-se de uma série de ilustrações, o médico oncologista obteve a participação da plateia apresentando perguntas sobre o que é mito ou verdade sobre a doença. De acordo com ele a alimentação correta, com frutas e verduras e a atividade física regular diminuem o risco da doença.

Já o médico urologista, Marcelo Luiz Brandão Vilela, falou sobre a saúde do homem abordando outras doenças comuns na comunidade masculina, como a disfunção erétil e as doenças sexualmente transmissíveis, como candidíase, HPV, herpes e sífilis. Ele lembrou que, por uma questão cultural, o homem é tradicionalmente avesso à realização de consultas médicas e exames e, por isso, “precisam ser estimulados a fazerem isso periodicamente”. Segundo o dr. Brandão Vilela, é preciso acabar com os tabus e realizar exames periódicos, “lembrando que algumas doenças, como a disfunção erétil, podem não ter causa física e necessitam ser tratadas por psiquiatras”.

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