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ARTIGO

Pais e filhos

25 novembro 2020 - 11h01Por Denise Caramori

A primeira interação social do ser humano é o vínculo entre pais e filhos. A criança “convivendo” bem com os pais, vai aprender a se relacionar bem com outras pessoas, em qualquer situação de interação social. Se a criança não sabe o que tem que fazer, os pais à ensinam, se ela persiste no erro, os pais à corrigem quantas vezes forem necessárias, correção é amor. Errar é humano e faz parte do processo de aprendizado. 

Com o passar do tempo, e com a convivência com os filhos, a idéia de que fazemos, do comportamento deles em determinadas circunstâncias é intuitiva, e, se alguma coisa não nos parece certa, é sinal de que é preciso ficar mais atento, filhos não vem com um botão de “piloto automático”.   

Como pais, nem sempre sabemos o que não se encaixa, mas sabemos quando alguma coisa não esta certa no comportamento dos nossos filhos, por isso é importante estarmos sempre atentos, observando seu dia a dia. Não é comum o isolamento, a agressividade, a alteração no humor ou o excesso de sono, estes são sinais do comportamento de alguém que precisa de ajuda. 

Nossos filhos estão cercados por amigos que o respeitam? Nossos filhos conhecem suas próprias fraquezas e vulnerabilidades? E nós como pais, os ajudamos a desenvolver suas habilidades? Sim, é preciso observar, com atenção e cuidado, porque no centro de tudo, de cada comportamento e de cada uma das suas atitudes estão a relação dos nossos filhos com as pessoas que os rodeiam e os estimulam, para o bem ou para o mal. 

Tudo o que o ser humano precisa é sentir-se amado e incluído, e isto tem tudo a ver com relacionamentos, confiança, credibilidade, sensação de segurança e amor. Quando alguém não desenvolve habilidades de assimilar as regras definidas na relação entre pais e filhos é mais difícil se relacionar com outras pessoas, por isso, geralmente, crianças e adolescentes que tem dificuldades de relacionamento com os pais acabam se isolando em sociedade.

O carinho e o amor permitem que o cérebro desenvolva uma capacidade latente de afeto. A partir desta “base doméstica” afetuosa, desde a primeira infância, elas vão lidar melhor com as frustrações e aprender a desenvolver senso de competência e autodomínio.

Quanto mais relacionamentos saudáveis a criança tiver, mais saudável será seu crescimento. Os relacionamentos são os agentes de mudança, e a terapia mais poderosa que existe é o amor.

Psicopedagoga/Terapeuta

Equoterapeuta/Equitadora

denicaramori@hotmail.com  
 

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