Menu
Busca terça, 07 de julho de 2020
(67) 99659-5905
BARBÁRIE

Justiça prorroga prisão de suspeito de estuprar, matar e esquartejar Kauan em MS

12 setembro 2017 - 19h05

A Justiça prorrogou por mais 30 dias a prisão do professor suspeito de estuprar, matar e esquartejar o menino Kauan Andrade dos Santos, de 9 anos, em Campo Grande. Decisão saiu na segunda-feira (11), conforme informa o portal G1/MS.

Kauan desapareceu no dia 25 de junho. Foram feitas várias buscas pelo corpo do menino, que teria sido jogado no rio Anhanduí.

A polícia prendeu o suspeito de ter estuprado e matado a criança. Quatro adolescentes contaram aos policiais que teriam presenciado o crime. O professor de 38 anos está preso e nega ter matado o menino.

Investigações da Polícia Civil apontam que Kauan morreu enquanto era estuprado por um professor, foi abusado também por adolescentes e esquartejado duas vezes.

Segundo os delegados Paulo Sérgio Lauretto e Aline Sinot, os quatro adolescentes envolvidos no caso contaram a mesma versão várias vezes em ocasiões diferentes. Eles relataram o que aconteceu com o menino depois de semanas de investigação, quando tiveram a certeza de que o professor não seria solto facilmente.

Na versão deles à polícia, Kauan, o garoto de 14 anos que foi apreendido e mais dois adolescentes foram à casa do professor no dia 25 de junho. Lá, o homem pediu que a criança e o garoto ficassem e que os outros dois buscassem um quarto adolescente.

Enquanto os garotos saíram, o professor abusou de Kauan. Segundo os relatos, o menino sangrou e desmaiou. Quando os outros chegaram, o professor obrigou os quatro adolescentes a estuprarem a criança.

Para a Polícia Civil, Kauan morreu enquanto era estuprado pelo professor, que depois dos abusos forçou os adolescentes a ficarem na casa, esquartejou o corpo e o colocou em um saco preto no porta-malas de seu carro.

Ainda na versão dos adolescentes, o professor foi até o rio Anhanduí, colocou o saco preto sobre uma pedra, voltou para o carro e levou cada um dos garotos para casa. A partir daí, os meninos afirmam não saber mais o que aconteceu.

Segundo os delegados da Delegacia de Proteção à Criança (Depca) e da Delegacia de Atendimento à Infância e à Juventude (Deaij), as investigações indicam que, após deixar os adolescentes em casa, o professor teria voltado ao local, pegado o saco preto e ido para a residência dele.

No imóvel, o homem teria seguido a um cômodo que fica nos fundos e lá esquartejado mais uma vez as partes do corpo de Kauan.

Perícia com luminol no local indicou grande quantidade de sangue de duas pessoas do sexo masculino. Um deles é parcialmente compatível com o da mãe de Kauan. O resultado, porém, é inconclusivo, porque não havia nenhum um objeto na casa do menino que tivesse sido utilizado apenas por ele para que a perícia pudesse ser feita.

Buscas pelo corpo do menino foram feitas vários dias no rio Anhanduí. (G1/MS)

Deixe seu Comentário

Leia Também

PANDEMIA
Secretário pede que municípios sigam modelo de toque de recolher de Dourados
CUIDADOS
5 dicas para cuidar dos cabelos no inverno
AGRONEGÓCIO
Durante o inverno, incidência de pragas é reduzida e rendimento das hortas em MS pode chegar a 90%
INFORME PUBLICITÁRIO
A luz azul: o que faz bem e o que faz mal
NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS
Aprenda como identificar imóveis no perfil do cliente e aumentar as vendas
MS
Construção da nova sede da polícia militar em Jardim é iniciada
CORONAVÍRUS
Mato Grosso do Sul não passa dos 37% em taxa de isolamento social
PANDEMIA
Aprovado na Capital projeto que obriga empresas a informar casos de Covid-19
MATO GROSSO DO SUL
Saúde divulga informações sobre a pandemia através de painel digital
ESPORTES
Campeonato Brasileiro de Natação é cancelado por causa de pandemia

Mais Lidas

DOURADOS
Antes do crime, homem que matou secretário havia sido demitido por não usar máscara
DOURADOS
Acusado de matar secretário em Dourados acaba preso em barreira sanitária
DOURADOS
Carro que atingiu ciclista pega fogo após bater em árvore ao lado de Avenida
DOURADOS
Adolescente pilota moto embriagado e tio morre após queda na Coronel Ponciano