Um morador de Três Lagoas, cidade localizada na região Leste de Mato Grosso do Sul, procurou a Polícia Civil após cair em um golpe de estelionato aplicado durante uma suposta negociação de compra de uma caminhonete anunciada nas redes sociais. O prejuízo relatado pela vítima foi de R$ 125 mil, transferidos via Pix para diferentes contas indicadas pelos criminosos.
Conforme o registro policial, o caso começou quando a vítima acessou o Facebook em busca de um veículo para comprar e encontrou o anúncio de uma Toyota Hilux prata, ano 2018, avaliada em aproximadamente R$ 162 mil, disponível no município de Dourados.
Após demonstrar interesse, o comprador entrou em contato com o número informado no anúncio e conversou com um homem que se apresentou como vendedor. Durante a negociação, a vítima afirmou que enviaria um amigo para verificar a caminhonete antes de fechar o negócio.
No entanto, pouco tempo depois, a vítima recebeu mensagens de outro número, desta vez com a foto do amigo, levando-a a acreditar que realmente estava conversando com ele. A pessoa, segundo o relato, confirmou que o veículo estaria em boas condições e orientou que a negociação poderia ser concluída.
A partir disso, o suposto vendedor pediu que a vítima realizasse uma transferência antecipada, alegando necessidade urgente do dinheiro para concluir a compra de um barracão. Convencida de que o amigo já teria visto o veículo, a vítima realizou diversas transferências bancárias, inclusive utilizando a conta da esposa.
Segundo o site Campo Grande News, somando os valores enviados, o prejuízo total chegou a R$ 125 mil, distribuídos em transferências para diferentes chaves Pix.
Após perceber que havia sido enganada, a vítima registrou boletim de ocorrência por estelionato. O caso deverá ser apurado pela Polícia Civil, e a vítima foi orientada a comparecer posteriormente à delegacia para apresentar documentos e formalizar representação para o prosseguimento das investigações.
A Polícia reforça o alerta para que compradores evitem transferências antecipadas e desconfiem de negociações feitas por intermediários, principalmente quando há pressa para pagamento e mudança repentina de contatos durante a conversa.
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