O grupo interdisciplinar de trabalho que está elaborando o plano de desenvolvimento da rede ferroviária de Mato Grosso do Sul ganhou o reforço de representantes da Agência Nacional de Transportes (ANTT), do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) e da empresa Transportes e Serviços Ferroviários S.A (Transfesa).
No final da manhã desta segunda-feira (24), em reunião realizada no gabinete da Secretaria de Meio ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade) e coordenada pelo secretário Jaime Elias Verruck, o Instituto ILOS e a Rumo Logística apresentaram ao grupo um estudo sobre o volume e tipos de cargas que deverão ser transportadas pela ferrovia para garantir sua viabilidade econômica.
“Fizemos uma discussão muito forte sobre o volume de carga, preço e competitividade para cada um dos trechos da ferrovia. Com relação ao trecho Campo Grande- Corumbá, nós apresentamos algumas demandas e informações que levantamos na semana passada após reunião que tivemos com a Agesa e representantes do setor de mineração da região. Tratamos ainda dos trechos Campo Grande-Três Lagoas e Três Lagoas-Mairinque, por onde é possível o escoamento de combustíveis, etanol, açúcar, soja, milho, além da possibilidade de exportação e importação de outros produtos pela via férrea. Tivemos a apresentação do levantamento feito pelo Instituto ILOS e de outras propostas e alternativas dadas pela ANTT, DNIT e Transfesa. Alguns ajustes precisam ser feitos e agora continua o trabalho do grupo para garantir o compromisso de que o plano de desenvolvimento da rede ferroviária do Estado seja entregue ao governador no dia 14 de setembro”, informou o secretário Jaime Verruck.
Presente à reunião, o ex-ferroviário e diretor-presidente da Transfesa, engenheiro Luiz Antonio Sola – que possui 41 anos de experiência no setor – reforçou a importância do envolvimento de mais agentes na recuperação da rede ferroviária em Mato Grosso do Sul. “Nós queremos salvar e modernizar a ferrovia para que ela seja novamente uma alavanca, um grande empreendimento para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Foi essa ferrovia que proporcionou o crescimento do Sul de Mato Grosso e o surgimento do Estado de Mato Grosso do Sul. Se ela for modernizada, será com certeza a melhor ferrovia do Brasil e irá alavancar novamente o crescimento de toda essa região”, afirmou Sola.
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