São 107 os servidores expulsos pelo Governo Federal em Mato Grosso do Sul por práticas ilícitas em um período de 13 anos, segundo levantamento da CGU (Controladoria-Geral da União), divulgado nesta terça-feira (7) e publicado pelo jornal Midiamax, de Campo Grande.
De 2003 a 2009 foram expulsos 23 servidores, outros três em 2010, 18 em 2011, 24 em 2012, 24 em 2013, quatro em 2014 e sete até o mês de junho de 2015.
Entre eles, segundo o jornal, está o ex-governador Marcelo Miranda, destituído do cargo de coordenador do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em 2012 por não observar as normas legais regulamentares e não levar ao conhecimento de superiores as irregularidades das quais tinha ciência como coordenador do órgão, conforme consta no portal da transparência do governo federal.
Outro ex-servidor do Dnit é Carlos Roberto Milhorim, demitido em 2012 por valer-se do cargo para proveito pessoal, improbidade administrativa, lesão aos cofres públicos e corrupção. Além deles, vários outros foram demitidos por improbidade administrativa, como Volnir Hoffman, em 2010, do Ministério da Fazenda, Roberto Pereira da Silva, em 2007, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Gustavo Freire, ex-secretário de Governo e Receita na gestão do ex-prefeito Alcides Bernal, também figura como expulso do governo federal por cometer atos de improbidade administrativa e valer-se do cargo para proveito pessoal. Ele foi demitido em 2013.
Em 2015, dos sete servidores demitidos no Estado, apenas quatro já aparecem no portal da transparência do governo federal: Aládio Jorge Aranda e Nathan Consoli/PRF (por manterem conduta incompatível com a moralidade administrativa e participarem de gerência ou administração de sociedade privada); Gustavo Seroa da Motta Jaeger e Norberto Garcia de Macedo Júnior/Agepen (corrupção, improbidade administrativa);
Em todo o Brasil, foram registradas 4.513 demissões de servidores efetivos, 479 destituições de ocupantes de cargos em comissão e 398 cassações de aposentadorias. O relatório de punições expulsivas é publicado mensalmente na internet, de forma a prestar contas à sociedade sobre a atividade disciplinar exercida no âmbito do Executivo Federal.
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