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CARTA MARCADA

Gaeco investiga empresas que atuam em prefeituras e Câmaras de MS

27 novembro 2020 - 14h39Por Da Redação

Policiais do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) deflagraram na manhã de quinta-feira (26/11), a "Operação Carta Marcada" para dar cumprimento a sete mandados de busca e apreensão na cidade de Água Clara. O objetivo é dar fim à organização criminosa voltada à prática dos crimes de peculato, fraude a licitações e lavagem de dinheiro

A investigação iniciou com as Operações “Carta-convite”, no município de Taquarussu e Operação “Backdoor”, em Aparecida do Taboado, envolvendo as mesmas empresas suspeitas de fraude em concursos públicos, quando foram apreendidos inúmeros documentos com indícios de combinação de propostas e manipulação de processos licitatórios.

A “Carta marcada” surgiu a partir de uma ação coordenada, que contou com a participação do Núcleo de Apoio do Patrimônio Público do MPMS, além das promotorias de Justiça do Patrimônio Público dos municípios de Ivinhema, Angélica, Iguatemi e Água Clara.

Além dos mandados, foram oferecidas quatro denúncias criminais por fraudes em licitação, associação criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, além de medidas cautelares preparatórias para ação civil pública, com bloqueio de bens, suspensão de contratos e proibição de contratação com o poder público de Água Clara.

Durante a Operação Carta Marcada foi apreendida uma arma de fogo. 

Apurou-se que as empresas investigadas com atuação específica na área de consultoria pública, manipulavam processos licitatórios, combinavam propostas, fraudando certames por todo o estado, com a participação de servidores públicos, vinculados aos órgãos contratantes.

As mesmas empresas também encontram-se denunciadas em Aparecida do Taboado e Chapadão do Sul, por fraudes em licitações para realização de concurso público.

Os investigadores apuraram que eram utilizados vários artifícios para combinação das propostas, como a exemplo do certame para contratação da empresa que realizaria o concurso público para a Câmara Municipal de Angélica. Nesse caso, os investigados trocaram mensagens de Whatsapp simulando um CPF inexiste na Receita Federal, que na verdade era a proposta que empresa deveria apresentar ao órgão municipal

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