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CARTA MARCADA

Gaeco encontra armas com ex-prefeito e dinheiro com vereador

05 agosto 2014 - 16h15

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) divulgou no início da tarde desta terça-feira (05) nota sobre o resultado da “Operação Carta Marcada” deflagrada nas cidades de Bela Vista, fronteira com o Paraguai, Rio Brilhante e Campo Grande.

A ação faz parte das investigações realizadas em procedimento que apura a ocorrência dos crimes de associação criminosa, fraudes licitatórias e falsidade documental.

Foram cumpridos os mandados de prisão temporária do ex-prefeito de Bela Vista Abraão Armona Zacarias, o vereador Alcyr Mendonça e o empresário Eudo Loureiro Pinheiro Neto, todos investigados, segundo a nota, por participação em esquema de fraude a licitações.

Foram cumpridos em Bela Vista, 11 mandados de busca e apreensão. Na residência do ex-prefeito foram apreendidas quatro armas de fogo, sendo três revólveres calibre 38, um revólver calibre 357, de uso restrito, além de diversas munições. Zacarias acabou preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

Na casa dele existia grande quantidade de documentos pertencentes a prefeitura de Bela Vista, da época em que o mesmo ocupou o cargo.

Já com o vereador Alcyr Mendonça, foram apreendidos documentos, além da quantia de R$ 48 mil em espécie.

Nos demais endereços em Bela Vista, Policiais Militares do Gaeco apreenderam documentos referentes a contratos de empresas com a prefeitura local, além de quantia em dinheiro.

Dando sequência na operação, foi preso em Rio Brilhante o funcionário público Dionisio Chimenes Filho, que ocupou no ano de 2013, cargo na comissão permanente de licitação de Bela Vista. Com ele foram apreendidos documentos, dentre eles cópia de diversos contratos firmados entre empresas e a prefeitura da cidade.

Já em Campo Grande as buscas se deram na sede da empresa EGS Comércio e Serviços Ltda, onde foram apreendidos carimbos do Fisco de MS e MT, Notas Fiscais em branco e documentos referentes a contratos da empresa com a prefeitura de Bela Vista e outras prefeituras do interior.

A prisão temporária dos envolvidos foi decretada pelo Poder Judiciário pelo prazo de cinco dias. As investigações do Gaeco prosseguirão durante a semana, com a oitiva dos presos, além de outras 20 pessoas, dentre investigados e testemunhas.

A ação contou com a participação de 30 policiais militares do Gaeco e quatro promotores de Justiça.

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