Alex Alexandre Marques Moreno, de 30 anos, foi condenado a 21 anos de prisão após a sua aparição "relâmpago" no julgamento em que ele era o principal acusado, nesta quarta-feira, dia 13 de julho, em Campo Grande.
Foragido da Justiça, Alex depôs de última hora no Tribunal do Júri por meio de videoconferência, respondeu vagamente que estava em uma chácara no Capão Seco, distrito de Sidrolândia, mas depois sumiu novamente. Até o celular usado pelo réu na ligação deu inválido quando o oficial de Justiça tentou saber qual a sua localização exata.
Diante do sumiço do réu o juiz Aluizio Pereira dos Santos decretou a prisão preventiva de Alex, que foi condenado por homicídio qualificado, porte de arma e ocultação do cadáver de Wando Maximino Nunes, assassinado aos 17 anos, com um tiro na cabeça, na madrugada de 23 de setembro de 2018. O corpo da vítima foi encontrado naquele mesmo dia, de bruços, no leito do Córrego Lageado, próximo da BR-163, na área rural de Campo Grande.
Pelo crime de ocultação do cadáver, também sentaram no banco dos réus nesta quinta-feira (13), Lindomar Moreira dos Santos, 26 anos, que foi inocentado e Leandro Alves do Nascimento, de 28 anos, condenado a dois anos e seis meses, mas em regime aberto.
O caso
Na denúncia apresentada pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Wando estava com grupo de amigos na Rua Reverendo Martin Luther King, no Jardim Campo Alto, em Campo Grande: Lindomar Moreira dos Santos, 26 anos, Leandro Alves do Nascimento, 28 anos, e Luiz Junior Flores da Silva, o “Bruxo”, 39 anos.
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Alex Alexandre Marques Moreno em depoimento por meio de videoconferência. - Crédito: (Henrique Kawaminami)