G1
Representantes dos sindicatos laborais e patronais do setor industrial reuniram-se, nesta quinta-feira (13/08), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, para propor a construção de uma agenda positiva destinada a lidar com o cenário de crise econômica nacional e, dessa forma, evitar o aumento das demissões. “O momento é preocupante e exige cuidados de todos que atuam no processo”, reforçou o presidente da Fiems, Sérgio Longen.
Ele acrescentou que foi um encontro inédito dos sindicatos laborais e patronais para alinhar propostas que permitam uma flexibilização de acordos coletivos. “Neste momento de crise financeira, as negociações trabalhistas não podem ser radicais até como uma forma de manter os empregos dos trabalhadores”, declarou, salientando a presença das principais lideranças trabalhistas do setor industrial de Mato Grosso do Sul.
Sérgio Longen acrescenta que o momento é de busca da valorização do trabalho e essa batalha passa pelos patrões e também pelos empregados. “Nesse sentido, é fundamental criarmos uma agenda positiva, que seja resultado da união do laboral e patronal. Dessa forma, vamos conseguir evitar que essa crise econômica se aprofunde ainda mais, tirando o emprego dos industriários sul-mato-grossenses”, pontuou.
Para o presidente das Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção e Mobiliário de Mato Grosso do Sul, Webergton Sudário, a iniciativa da Fiems foi proveitosa. “Foi uma reunião de alinhamento muito positiva, uma iniciativa importante para mostrar ao Governo que todos precisamos chegar a uma pauta comum diante desta situação que estamos vivenciando”, disse.
Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação de Campo Grande, Rinaldo Salomão, destacou o ineditismo da iniciativa. “A conversa entre empregados e empregadores é fundamental para um entendimento. A iniciativa foi positiva e agora esperamos estreitar cada vez mais o diálogo”, sugeriu.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande, José Abelha Neto, completa que a Fiems deu o primeiro passo em direção a um entendimento comum a respeito da preservação do emprego dos trabalhadores. “A construção civil em Campo Grande foi um dos segmentos da indústria que mais demitiu neste ano e apoiamos qualquer iniciativa que possa contribuir para a melhoria desse quadro”, afirmou.
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