O Governo do Estado lançou na manhã de hoje (6), no auditório da governadoria, a 12ª edição do Festival América do Sul, neste ano com o acréscimo de Pantanal ao seu nome. Segundo o governador Reinaldo Azambuja o novo nome reforçará mais a identidade do Estado. “Esse novo título foi definido após as audiências públicas realizadas em Corumbá, onde também foram discutidas as programações. Esse será um evento diferente, construído coletivamente, de valorização dos artistas locais, da cultura dos 10 países participantes, além das estruturas do Estado, porque o Governo vai, mas o Estado fica e devemos fortalecer suas estruturas”, declarou Azambuja. O evento acontece entre os dias 20 e 22 deste mês.
Ainda de acordo com Azambuja outro fator a ser destacado é a continuidade do Festival, que este ano apesar de uma programação mais enxuta e com menos patrocinadores que no ano anterior, continuou. “Vamos gastar cerca de R$ 1 milhão nesta edição e acredito que ele repetirá o mesmo sucesso do Festival de Inverno de Bonito, também realizado com menos recursos”.
Para titular da secretária de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação, Athayde Nery, a construção coletiva do evento foi a grande novidade. “Queremos tornar esse Festival um laboratório de preservação do Pantanal, turismo e inovação. E esse ano já inovamos com as duas audiências públicas em Corumbá onde os locais definiram a construção desse grandioso evento”.
Já o prefeito de Corumbá, Paulo Duarte, acredita que essa edição mostrou o que é realmente uma política de Estado. “Esse evento é do Estado, o governo vai e as estruturas devem ficar. Para nosso município além do legado cultural tem a geração de emprego e renda”, frisou.
Este ano o Festival além da nova denominação terá a participação de 399 artistas de Mato Grosso do Sul, 43 nacionais, 298 de Corumbá e Ladário, 28 da América do Sul e a participação de 10, dos 13 países componentes da América do Sul.
Durante o evento serão homenageados o poeta chileno Nicanor Parra, de 101 anos, e o já falecido tocador de blues Renato Fernandes, por propagar o ritmo sul-mato-grossense no cenário nacional.
Outro destaque local no Festival será a participação do artista plástico Humberto Espíndola, que este ano completa 50 anos de carreira. Ele vai participar com a exposição de seus quadros, que retratam a história da divisão do MT/MS.
O 12º Festival América do Sul Pantanal tem além do Governo do Estado através da Sectei e as fundações de Turismo e de Cultura e da Prefeitura Municipal de Corumbá, a parceria do Corumbá Incrível, Vale, Fibria, MS Gás e Energisa, Sanesul, Andorinha, Moinho Cultural, Iphan, Sesc, TVE e UFMS.
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