Duas empresas transportadoras, respectivamente, com domicílio jurídico em Itajaí, Santa Catarina e Pelotas, no Rio Grande do Sul, foram autuadas administrativamente pela PMA (Polícia MIlitar Ambiental), por transporte ilegal de madeira.
Policiais Militares Ambientais de Coxim foram acionados nesta segunda-feira, dia 30 de maio, pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) do posto da BR-163, da cidade de Coxim, que reteve dois caminhões tractor, marca Scania com reboques e semi-reboques acoplados, carregados de madeira nativa serrada, com suspeita que estaria sendo transportada ilegalmente.
A PMA deslocou-se ao posto da PRF e juntamente com os Policiais Rodoviários, realizaram a cubagem e verificaram que o veículo, que fazia o percurso entre Sinop, no Mato Grosso, onde fora carregado, para a cidade de Itajaí, em Santa Catarina, transportava madeira em excesso ao que constava na nota fiscal e na documentação ambiental.
Os Policiais Militares Ambientais cubaram a madeira que perfez 41,55 m³ de madeira serrada das espécies Cambara e Itaúba em cortes de Viga, Caibro, Sarrafo, Pranchão e Bloco e o Documento de Origem Florestal (DOF-GF3) constava apenas 33,48 m³, havendo excesso de 8,06 m³, ou seja, em desacordo com a documentação apresentada. A PMA autuou a empresa administrativamente e aplicou multa de R$ 12.465,00.
O Segundo veículo fora carregado em Juina, também no Mato Grosso e realizaria o transporte até a cidade de Pelotas (RS), também transportava madeira em excesso ao que constava na nota fiscal e na documentação ambiental. Os Policiais Militares Ambientais cubaram a madeira que perfez 62,38 m³ de madeira serrada das espécies Cedrinho em corte de Viga, Vigota, Caibro, Sarrafo, Prancha e Tábua e o Documento de Origem Florestal (DOF-GF3) constava apenas 56,83 m³, havendo excesso de 5,55 m³, ou seja, em desacordo com a documentação apresentada. A PMA autuou a empresa administrativamente e aplicou multa de R$ 18.696,00.
Os veículos e as madeiras foram apreendidos pela PRF, que confeccionou um Termo Circunstanciado da Ocorrência (TCO). Os responsáveis pela transportadora também responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de seis meses a um ano de detenção. As multas confeccionadas pela equipe da Polícia Militar Ambiental contra as empresas que somaram o valor de R$ R$ 31.161,00 serão julgadas pelo órgão ambiental estadual (Imasul).
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