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NA CAPITAL

Dourados News citou encontro que contribuiu para delação de Delcídio

04 março 2016 - 10h15

O Dourados News já havia citado, através da coluna [Na Lata!](http://www.douradosnews.com.br/colunistas/na-lata) do dia 2 de dezembro, um encontro que pode ter contribuído para a negociação da delação premiada divulgada ontem pela revista IstoÉ feita por parte do senador Delcídio do Amaral, [relembre aqui](http://www.douradosnews.com.br/colunistas/na-lata/senador-tucano-teria-visitado-ms-na-surdina-para-negociar-delacao#.Vl7Zbvo-tOU.facebook).

A ação teria ocorrido durante visita do senador Aloysio Nunes (PSDB) a Campo Grande poucos dias após a prisão do parlamentar, em Brasília.

O tucano teria desembarcado na Capital no dia 28 de novembro, três dias após a Polícia Federal deter Delcídio, e conversado com pessoas próximas ao petista, voltando à Brasília no dia seguinte as reuniões, sem alarde.

Apesar de confidenciais, segundo pessoas próximas ao senador, os encontros teriam como objetivo influenciar o petista a aceitar a delação premiada e acabar de vez com a carreira política de Lula e Dilma nos escândalos da Petrobras.

Delcidio do Amaral e Nunes ocuparam cargos próximos no início dos anos 2000, quando o sul-mato-grossense fazia parte do PSDB.

Delação

A revista IstoÉ desta semana trouxe a informação de que o senador Delcídio do Amaral teria realizado a delação premiada antes de deixar a prisão, em Brasília. De acordo com a publicação, o parlamentar sul-mato-grossense teria citado a presidente da República, Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente, Luís Inácio Lula da Silva (PT) em seu depoimento.

A assessoria de imprensa do senador negou e tratou o assunto como mentiroso por parte da revista. "O senador Delcídio do Amaral não fez e não fará delação premiada. Isso é mentira", afirmou a assessoria.
No final da tarde, uma nota foi encaminhada para a imprensa onde o senador não confirmou o conteúdo do material publicado, porém, não negou a delação.

De acordo com a IstoÉ, o ex-líder do governo no Senado disse ao Ministério Público Federal que Dilma tentou interferir na Lava Jato articulando a nomeação de ministros para tribunais superiores — o STJ em especial — que fossem simpáticos a teses favoráveis aos réus da operação.

Ainda conforme a publicação, Delcídio também disse que o mentor intelectual da conversa que teve com o filho de Nestor Cerveró foi o ex-presidente Lula.

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