No dia 14 de novembro é celebrado o Dia Mundial do Diabetes com a intensificação de ações e orientações aos cuidados com a doença. Em Mato Grosso do Sul, cerca de 134 mil pessoas maiores de 18 anos estão diagnosticadas com diabetes, de acordo com o levantamento de 2014 da Secretaria de Estado de Saúde.
Os dados vêm de encontro ao monitoramento feito pelo Ministério da Saúde que apontam o ranking das capitais com o maior numero de pessoas com diabetes, onde São Paulo lidera com 8,2% de ocorrências. Porto Alegre teve o segundo maior índice (7,8%), seguida de Belo Horizonte, com 7,6%. Campo Grande ficou com o décimo maior índice (6,6 %) pessoas com diabetes.
Para o tratamento da doença a Secretaria de Estado de Saúde (SES) juntamente aos municípios fazem o acompanhamento através da rede de saúde de Atenção Básica assim como a disponibilidade dos medicamentos adequados para o tratamento farmacológico.
A diabetes e a hipertensão arterial sistêmica (HAS) são responsáveis pela primeira causa de mortalidade e de hospitalizações no Sistema Único de Saúde (SUS) e representam ainda, mais da metade do diagnóstico primário em pessoas com insuficiência renal crônica, submetidas à diálise.
A SES conta com o programa de prevenção/tratamento do diabetes oferecido pelo SUS com ações de promoção, prevenção, reabilitação e tratamento nos três níveis de atenção do sistema de saúde, sendo a atenção básica a porta de entrada prioritária para esses usuários. Hábitos de vida saudáveis são a base do tratamento do diabetes, sobre a qual pode ser acrescido o tratamento farmacológico. Seus elementos fundamentais são a alimentação adequada e atividade física regular, evitar o fumo e o excesso de álcool e estabelecer metas de controle de peso.
Tratamento
O tratamento da diabetes tipo 1, além da terapia não farmacológica, exige sempre a administração de insulina, a qual deve ser prescrita em esquema intensivo, de três a quatro doses de insulina/dia, divididas em insulina basal e insulina prandial, cujas doses são ajustadas de acordo com as glicemias capilares, realizadas ao menos três vezes ao dia.
Já a diabetes tipo 2, que acomete a grande maioria dos indivíduos com diabetes, exige tratamento não farmacológico, em geral complementado com antidiabético oral e, eventualmente, uma ou duas doses de insulina basal, conforme a evolução da doença.
Vale lembrar que depois de definido o tratamento medico, é importante que a pessoa com diabetes mantenha o acompanhamento pela equipe multidisciplinar para avaliar a evolução da doença e a adesão às orientações, de acordo com a estratificação de risco.
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