Depois do sucesso nos meios jurídico e acadêmico, o professor universitário Acelino Rodrigues Carvalho está lançando a segunda edição do livro "Constituição e Jurisdição: A legitimidade democrática do Poder Judiciário e a tutela dos direitos sociais". Doutor pela Unisinos-RS e com estágio doutoral na Universidade de Coimbra, a edição revista e atualizada, mergulha no mundo do Direito, sob a ótica dos principais mestres, para uma análise pertinente e atual sobre a aplicação das leis e seu amparo constitucional.
O evento de lançamento da obra acontece nesta sexta-feira em Dourados, tendo como espaço da Caixa de Assistência da Ordem dos Advogados do Brasil, a partir das 19h. Além da OAB local e demais parceiros locais, o lançamento tem o apoio da Academia Douradense de Letras. Até sexta-feira, o professor doutor Acelino está cumprindo extensa agenda de entrevistas em diferentes meios de comunicação, abordando a obra e fazendo uma síntese analítica sobre seu conteúdo.
A obra - A sinopse da obra descreve que já se passaram aproximadamente dois séculos até a configuração institucional daquilo que ficou formalmente consagrado no artigo 16 da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Ela emergiu da Revolução francesa, cuja ideia do movimento revolucionário pretendeu atribuir caráter universal, que define um Estado fundado numa constituição escrita, que reconhece os direitos fundamentais da pessoa humana e contempla a sua garantia através da separação de poderes e de outros mecanismos de tutela, como forma de limitar e legitimar o poder político.
A evolução desse processo, conforme a sinopse, foi verificada somente a partir do segundo pós-guerra e se fez acompanhar de outras três grandes conquistas civilizatórias, que foram a internacionalização dos direitos fundamentais, que deu origem a um Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos, a constitucionalização dos direitos sociais e o advento da democracia.
De acordo com Acelino, no Brasil, o avanço jurídico e democrático se configurou com a promulgação da Constituição Federal de 1988 e a ratificação da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, através do Decreto 678, de 6 de novembro de 1992, dentre outros documentos. "Todavia, uma compreensão inadequada de todo esse processo histórico, no tocante aos seus fundamentos teórico-filosóficos, pode e tem conduzido a retrocessos que comprometem os resultados almejados", analisa o professor, que faz uma leitura critica também sobre a formação dos chamados "operadores do Direito", no que tange a interpretação para aplicação dele, na prática.
Fruto de um longo e dedicado trabalho de investigação científica, o livro de Acelino Carvalho , especialmente após criteriosas revisão e atualização para esta segunda edição, oferece aos leitores o suporte necessário à compreensão do aludido processo, além de propor soluções capazes de contribuir para a preservação das conquistas jurídicas e constitucionais, assim como para a sua realização mediante o aprimoramento das práticas institucionais.
Com o selo da Editora Juruá, a publicação tem 456 páginas e pode ser adquirida nas versões impressa e digital, acessando o site da editora, clique aqui. No lançamento nesta sexta-feira, o autor estará autografando exemplares na sede do evento, onde haverá exemplares para aquisição do público em geral.
Sobre o autor - Acelino Rodrigues Carvalho é doutor em Direito Público pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com estágio doutoral na Universidade de Coimbra (Portugal).É mestre em Direito Processual e Cidadania pela Universidade Paranaense (Unipar) e especialista em Direito Processual Civil e em Direito Constitucional pelo Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran). É advogado e professor titular de Filosofia do Direito, Teoria da Constituição e Teoria do Processo na Universidade Estadual de Mato Groso do Sul (Uems).
Entre 2014 e 2015, Acelino Carvalho teve seu nome inserido num movimento para postulação de vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), na vaga deixada pelo ministro Joaquim Barbosa. Além da representação das regiões Centro-Oeste e Nordeste, seu nome era uma aposta para a manutenção de vaga afirmativa na Suprema Corte. A escolha, porém, recaiu sobre o gaúcho Edson Fachin, atual presidente do STF.
Deixe seu Comentário
Leia Também

PDT aciona STF para anular eleição de Douglas Ruas na Alerj

Lula defende que empresas brasileiras atuem em Portugal

Inscrições para hackathon de políticas públicas da UFMS entram na reta final e oferecem premiação

Ao lado do Brasil, Senegal persegue protagonismo no Sul Global

Boxe: etapa de Copa do Mundo em Foz do Iguaçu tem recorde de atletas

Chuva de meteoros poderá ser vista em MS entre esta terça e madrugada de quarta

Brasil apresenta políticas para TV 3.0 em feira mundial de inovação

Dois homens são presos por violência contra mulheres e descumprimento de medidas protetivas

Na Mesa com Datena recebe maestro João Carlos Martins

Comissão aprova projeto que prevê apreensão de veículo por transporte irregular de animais vivos
Mais Lidas

Saque-aniversário do FGTS segue disponível em abril; veja quem pode retirar valores

Vereador cobra medidas urgentes contra circulação de veículos elétricos guiados por menores

Em ocorrência, enfermeira descobre que vítima era o próprio filho

O evento de lançamento da obra acontece nesta sexta-feira em Dourados - Crédito: Divulgação