Assessoria
A expansão da indústria de celulose em Três Lagoas e instalação de fábricas em Dourados e Maracaju, põem Mato Grosso do Sul na “contramão” da crise, segundo o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel.
Em entrevista ao Jornal do Rádio da 104 FM e Jornal da TVE, o secretário disse que um dos trunfos do Estado diante do cenário de estagnação econômica é a competitividade. “Essa postura de um Estado mais competitivo, faz com que os poucos investidores no Brasil hoje olhem com atenção para Mato Grosso do Sul”, afirmou Riedel, ressalvando, no entanto, que os investimentos projetados vão acelerar o motor da economia a médio e longo prazos.
“É a perspectiva de médio e longo prazos que temos que olhar. Nós temos os dois maiores investimentos do País anunciados aqui. São praticamente R$ 18 bilhões na duplicação das fábricas de celulose da Eldorado e da Fibria. Temos novos investimentos não anunciados ainda na região de Dourados, que o governador Reinaldo Azambuja no momento apropriado irá divulgar, e outras tratativas no âmbito da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Isso é muito importante para criar no Estado um ambiente favorável ao crescimento das atividades produtivas”.
De acordo com o secretário de Governo e Gestão Estratégica, nesse semestre o Governo está trabalhando no equilíbrio das contas, em razão do aumento dos gastos públicos, por conta de reajustes nos preços de produtos e serviços, como transporte, energia e combustíveis, “que tem impacto na máquina da economia”, pois eleva o custo da produção e as despesas do poder público.
Riedel lembra que além da alta dos preços no início do ano, houve aumento na folha salarial e encargos sociais, enquanto a receita diminuiu. Por isso o governo está criando ambiente para atrair investimentos privados e assim desencadear a geração de empregos e renda e consequente aumento da receita com impostos.
Segundo o secretario de Governo, o aumento de impostos se dá com investimentos na produção e infraestrutura, porque movimenta toda uma cadeia no setor comercial e prestação de serviços. “O governador Reinaldo Azambuja não vai aumentar imposto. A estratégia é manter o ambiente de competitividade e garantir a atração de investimentos privados. O Estado, apesar de ser pequeno, tem todas as condições para que os produtos fabricados aqui chequem aos mercados consumidores de forma rápida e com melhores preços. A competitividade é que embala a economia”.
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