Com o lema “testar, tratar e vencer”, a Campanha de Combate a Tuberculose do Ministério da Saúde lançada nesta quinta-feira (1) incentiva que as pessoas com sintomas da doença a procurar atendimento médico. Por meio dela, as autoridade reafirmam que, com o tratamento correto, a doença tem cura. Em Mato Grosso do Sul, a saúde pública registrou em 2014, 851 novos casos de tuberculose.
Neste ano de 2015, o jogador Thiago Silva, que foi diagnosticado com a doença e se curou pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é o protagonista da campanha. Conforme as autoridades nacionais de Saúde, a falta de informação ainda é o maior obstáculo ao disgnóstico e tratamento.
A tuberculose é causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas também pode ocorrer em outras parte do corpo como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Na maioria das pessoas infectadas, os sinais e sintomas frequentes são tosse seca contínua, no início da doença, que evolui para tosse com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente a tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza e prostração.
O Gerente Técnico do Programa de Controle de Tuberculose e Hanseníase, Luís Carlos de Oliveira Junior, explica que hoje, mesmo com o envolvimento das três esferas (Ministério da Saúde, Governos dos Estados e Prefeituras) cada município é responsável pelo seu paciente. “Não precisamos isolar mais o paciente dentro de um hospital. O tratamento hoje é realizado na atenção básica, que é quem fica responsável por fazer a buscativa e o tratamento dessas pessoas”, explicou.
Dentro desse programa, o Governo do Estado tem papel importante. “O Governo do Estado participa ajudando nas campanhas, monitorando os casos, avalia banco de dados e indicadores, faz treinamento com agentes de saúde nos municípios para ajudar na buscativa e controlar a cadeia de transmissão. Também, naqueles casos mais complicados, quando o paciente não responde a medicação básica, referencia essas pessoas para tratar na atenção secundária que são hospitais e Centro de Tratamento de Doenças Infectoparasitárias (Cedip)”, informou.
A estratégia adotada pelo Ministério da Saúde, de descentralização do tratamento para a atenção básica, resultou na diminuição do número de casos e mortes e de abandono do tratamento. Parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social ampliou o acesso do serviço de saúde às populações vulneráveis à doença – populações indígenas, população privada de liberdade, moradores de rua, além das pessoas vivendo com o HIV.
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