O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para milhares de portadores de doenças que afetam as células do sangue, como leucemia. A chance de encontrar uma medula compatível para a doação chega a ser de uma em cem mil.
Para que esse número diminua a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) lança no dia 18 de setembro, às 9 horas, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Campo Grande (OAB/MS) a campanha #Bora Doar Sangue e Medula?
A campanha é uma verdadeira força-tarefa para conscientizar as pessoas sobre a importância de se cadastrar como possível doador de medula óssea e, dar continuidade a campanha de doação de sangue que é feita todos os anos pela Cassems. A expectativa é conseguir pelo menos 500 novos doadores.
O ato é uma parceria entre a Caixa dos Servidores e o Hemosul, Instituto Sangue Bom, Fórum dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso do Sul, OAB/MS, Pátio Central – Shopping do Centro, Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso do Sul (Coren), Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul (CRFMS).
O presidente da Cassems, Ricardo Ayache, explica que que o objetivo da campanha é incentivar, principalmente, o cadastro no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
"Ao se cadastrar no Redome, o doador também pode salvar muitas vidas. O transplante de medula óssea pode beneficiar o tratamento de pelo menos 80 doenças", destacou.
Qualquer pessoa com idade entre 18 e 55 anos está apta a ser uma doadora de medula óssea. Os cadastrados têm retirado uma pequena quantidade de sangue, que tem seu nome incluído no Redome, que é gerenciado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Caso seja compatível com alguma pessoa que tenham doenças e necessitem de transplante, o doador é contatado para que o transplante
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