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400 entidades participaram da Conferência das Cidades em MS

20 setembro 2003 - 15h32

As conferências das cidades envolveram em Mato Grosso do Sul 3,95 mil pessoas, com mais de 250 horas de debate. Segundo o diretor-presidente da Agência de Habitação Popular (Agehab) e coordenador-geral das conferências, Amarildo Cruz, 400 entidades participaram dos eventos, discutindo os problemas urbanos e apresentando soluções. Foram elaboradas 1,53 mil propostas, abrangendo áreas como habitação, saneamento básico (tratamento de esgoto) e transporte urbano.Os itens discutidos nos municípios estão sendo debatidos neste final de semana, em Campo Grande, por 600 delegados que representam 60 cidades sul-mato-grossenses, onde houve as conferências. A Conferência Estadual das Cidades foi aberta ontem à noite, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, pelo governador Zeca do PT e pelo ministro das Cidades, Olívio Dutra. O evento termina amanhã. Os assuntos que estão sendo discutidos na conferência estadual serão levados à Conferência Nacional das Cidades, que acontece de 23 a 26 de outubro em Brasília. Atuação dos movimentos sociais, entidades de trabalhadores e de empresários, foi lembrada por Olívio Dutra como o principal aspecto das conferências. “Tudo isso forma uma ‘rede’. Temos certeza que esse processo é um ‘rastilho’ [motivação] de cidadania”, definiu. “Essa é uma apropriação pública do estado”, enfatizou.O ministro disse que Mato Grosso do Sul foi um dos estados que mais realizaram conferência nos municípios. “A discussão local dos problemas é muito importante.” Dutra acrescentou que as reuniões municipais foram importantes porque nelas elegeram-se os conselhos das cidades.Segundo o ministro das Cidades, o espaço urbano é a síntese das desigualdades do Brasil. O “inchaço” urbano ocorrido a partir da segunda metade do século XX, contribui para o aumento dos problemas sociais do Brasil. O secretário de Estado de Infra-estrutura e Habitação, Maurício Arruda, “ilustrou” com dados a análise de Olívio Dutra. De acordo com o secretário, 84% da população da área onde hoje é Mato Grosso do Sul viviam na área rural. Nos últimos 30 anos, recorda Arruda, houve inversão. Hoje 84% dos sul-mato-grossenses moram nas cidades.Além de Zeca do PT, do ministro Olívio Dutra, do secretário Maurício Arruda e do diretor-presidente da Agehab, Amarildo Cruz, participaram da abertura da Conferência Estadual das Cidades, prefeitos e autoridades do estado. 

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