Apesar da chuva das últimas semanas, o Pantanal continua seco. Na semana passada, a régua de medição do nível das águas do rio Paraguai, o principal da região, registrou a marca de 1,04 metro, o menor nível desde 1974. De acordo com as previsões do método probabilístico desenvolvido pela Embrapa Pantanal, há 57% de chances de que o nível mínimo do ano fique entre 1 metro e 50 centímetros nos meses de novembro e início de dezembro. A seca prejudica principalmente a navegação comercial pelo rio Paraguai. Segundo o pesquisador e hidrólogo da Embrapa Pantanal, Sérgio Galdino, grande parte das embarcações reduziram o volume carregado.
O nível ideal seria entre cinco e seis metros. A chuva na planície começa em outubro e vai, geralmente, até março, com picos em dezembro e janeiro. A média pluviométrica no período é de 922 milímetros o que corresponde a 78% do total de precipitações durante um ano. Entre outubro de 2000 e março de 2001, o índice foi menor, ficando em 776 milímetros. “A chuva terá de acontecer acima dos níveis normais para que possamos reverter esta situação em 2002.” Enquanto a seca prejudica a navegação, há benefícios para a pecuária. As áreas antes cobertas por água proporcionam pastagem nutritiva para os animais.
Deixe seu Comentário
Leia Também
Servidor que bateu em moto e fugiu é solto após pagar fiança
POLÍCIA FEDERALToffoli deixa relatoria do caso Master após relatório da PF

Homem é preso com skunk e cocaína em operação do Exército

Caixa lança campanha contra assédio em bilhetes de Loteria
Golpe com site falso do Detran/MS faz vítimas e acende alerta

Criança na Creche: programa abre inscrições para pré-cadastro
Educação vai apurar câmera encontrada em banheiro de escola
TJ/MS institui fluxo para apurar notícias de tortura e maus-tratos
PONTA PORÃNa escola, criança revela ter sido estuprada pelo marido da tia
LOTERIAConfira as dezenas sorteadas do concurso 2.972 da Mega-Sena
Mais Lidas

Pescadores constroem rampa para barcos em busca de belas paisagens, esporte e até "dinossauros"

Denúncia em Dourados deflagra operação contra desvio de R$ 30 milhões do Farmácia Popular

Operação do Gaeco apura contrato de R$ 1,5 milhão entre prefeitura e escritório de advocacia
