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Cerca de 200 feridos em seqüestro em escola russa

03 setembro 2004 - 07h48

As forças especiais russas assumiram o controle de toda a escola de Beslan, na república russa da Ossétia do Norte, onde um grupo armado mantinha como reféns centenas de pessoas desde a quarta-feira. Dez corpos de crianças e adultos foram retirados em macas da escola de Beslan. Segundo a agência russa Itar-Tass, 13 seqüestradores teriam conseguido fugir em meio às centenas de reféns que deixaram a escola. As autoridades afirmam que a maioria dos reféns está viva e, segundo a CNN, cerca de 200 pessoas foram levadas para hospitais. Entre os feridos, estão pelo menos seis crianças gravemente feridas. Disparos continuam sendo ouvidos na área, já que os terroristas conseguiram escapar e se refugiaram em uma casa próxima à escola. Cinco foram mortos nos tiroteios. Segundo a Fox News, alguns dos terroristas teriam tentado escapar levando crianças reféns. O tiroteio iniciou quando as forças de segurança invadiram o local depois que chegaram a um acordo para a retirada dos corpos das vítimas que morreram na quarta-feira, quando os seqüestradores se apoderaram do edifício. Uma fuga de um grupo de mulheres e crianças teria ocorrido logo depois, o que provocou um tiroteio por parte do comando de terroristas. A partir dessa ação, as forças especiais entraram em ação para tomar o local. Durante o tiroteio, crianças nuas e gritando corriam pela rua em meio aos disparos. Soldados e adultos carregavam algumas delas para fora da escola. Em meio a fortes tiroteios e várias explosões, parte do teto do colégio afundou. De acordo com a Fox News, há entre 20 e 25 corpos espalhados em frente ao prédio do colégio. "As crianças que ficaram na escola, em geral, não sofreram. As que sofreram foram as crianças no grupo que correu da escola e contra quem um dos atiradores abriu fogo", disse uma autoridade de segurança à agência Interfax. Autoridades informaram que cerca de 500 pessoas estavam sendo mantidas reféns na escola, mas alguns reféns soltos, porém, disseram que o total poderia chegar a 1.500 pessoas. Todas elas estariam sendo mantidas no ginásio da escola, onde as condições seriam precárias, com muito calor e falta de água e comida. Por essa razão, muitas das crianças que foram retiradas hoje estavam nuas. Dezenas de carros civis e ambulâncias estão hoje na escola para retirar os feridos. Alguns médicos tratavam de pessoas machucadas na própria área.    Redação Terra

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