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Celulares podem reduzir fertilidade masculina, diz estudo

09 novembro 2004 - 17h30

Andar com um telefone celular pode afetar significativamente a fertilidade masculina, segundo cientistas húngaros. Pesquisadores da Universidade de Szeged dizem que a radiação dos telefones podem reduzir em um terço o número de espermatozóides.A pesquisa, apresentada em reunião da Sociedade Européia para a Reprodução Humana e Embriologia, na capital da Alemanha, Berlim, incluiu mais de 200 homens.Mas alguns especialistas criticaram a pesquisa, dizendo que ela não levou em conta outros aspectos da vida dos homens.O estudo húngaro é o primeiro a analisar como a radiação eletromagnética de celulares pode afetar os espermatozóides.Os homens que mantiveram o telefone ligados "em standby" o dia todo tinham cerca de um terço menos espermatozóides do que os que não mantiveram.E foi constatado que os espermatozóides restantes se movimentavam de maneira anormal, reduzindo as chances de fertilização.Os pesquisadores dizem que sua descoberta sugere que os celulares têm "um efeito negativo" sobre os espermatozóides e a fertilidade.Hans Evers, ex-presidente da sociedade, disse que a pesquisa "levanta mais perguntas do que respostas". Isso pode incluir questões como se os homens afetados vieram de uma classe social diferente ou estão em uma faixa etária diversa daquela dos homens não afetados.Também não está claro se os homens afetados carregam seus celulares em bolsos da calça, perto do corpo, ou em maletas, longe do organismo."Esses fatores teriam um efeito considerável sobre o resultado da pesquisa", disse Evers. Para ele, "telefones celulares estão relacionados a certos estilos de vida e podem estar ligados a estresse, a um homem de negócios muito ocupado correndo de um escritório a outro, com muitas preocupações de todo o tipo"."E sabe-se que isso contribui para a redução do número de espermatozóides e, se comparado a agricultores vivendo ao ar livre, no campo, e não carregam nenhum telefone celular, você pode explicar a diferença de forma completamente diferente", concluiu Evers. O especialista europeu disse que a única forma de se obter um quadro mais claro seria realizar um estudo mais específico que verificasse apenas o impacto dos telefones celulares sobre espermatozóides.

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