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Candidatos dizem que petistas são demitidos por apoio

04 outubro 2005 - 13h16

Os candidatos à presidência dos diretórios municipal e regional do PT em Mato Grosso do Sul, Elza Jorge e Saulo Monteiro, denunciaram hoje que militantes ligados a eles e ao deputado federal Antonio Carlos Biffi, e que têm cargos comissionados no governo do Estado, têm sido perseguidos, inclusive, com demissão. Hoje o Diário Oficial do Estado traz dois nomes, que alegam terem sido vítimas da pressão por não fazerem parte do grupo que apóia o candidato do governador Zeca do PT, Mariano Cabreira. Além da perseguição, Saulo e Elza acusam o governo de usar a máquina pública para fazer campanha para seu candidato, principalmente, no interior do Estado. Exemplos, segundo Saulo Monteiro, podem ser encontrados na Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) e no Detran (Departamento Estadual de Trânsito). Para Elza Jorge, esta postura é uma agressão a todos os militantes do partido no Estado e no Brasil. “Independente das ameaças, eu continuo a campanha até dia 9”, afirmou lembrando que confia nas pessoas e nos petistas. Elza e Saulo afirmaram que têm uma história dentro do PT e as divergências políticas deveriam ser respeitadas. Eles divulgaram que dois funcionários comissionados da Setass (Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência Social e Economia Solidária) foram substituídos ontem por meio de telefonema do governador Zeca do PT ao secretário Sérgio Wanderly Silva. Entre eles o superintendente de Administração e Finanças, Osvaldo Pimenta de Abreu e o chefe do almoxarifado da Settass, Aloísio da Cunha, ambos ligados ao grupo do deputado Biffi. Em entrevista ao Campo Grande News, Abreu afirmou que os rumores é que existe uma lista de 40 nomes de cargos comissionados a serem exonerados, o que, segundo ele, somaria o número de pessoas ligadas a Biffi no governo. O ex-superintendente afirmou que está no cargo desde novembro do ano passado, mas que sempre manteve sua postura política. Para ele, sua demissão está atrelada a seu posicionamento. Outra demissão sofrida, por meio de pressão, seria do ex-candidato ao diretório municipal do PT, Américo Soares, que trabalhava na administração da Fundação de Serviços de Saúde. Ele disse que quando saiu candidato se afastou do cargo, mas no momento em que iria retornar foi informado indiretamente, por meio de assessores da Casa Civil, que seu retorno estaria condicionado ao apoio a Mariano Cabreira (diretório regional) e a Taís Helena (disputa o diretório municipal). Américo, que integra o Movimento PT

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