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Vacina anti-HIV é tema de debate em Brasília

04 outubro 2006 - 13h55

Permitir melhor qualidade de vida aos portadores do vírus HIV, prevenir a aids e trazer uma economia de cerca de R$ 5 mil por pessoa ao ano, no Brasil. Esses são alguns benefícios que a vacina anti-HIV pode trazer se for implementada no país. Mas, atualmente, o processo de aprovação de questões científicas e até da criação da vacina ainda são muito demorados.Para discutir questões éticas e regulátorias e como agilizar a aprovação de pesquisas, integrantes da Comissão Nacional de Ética em  Pesquisas(Conep), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e de órgãos internacionais se reúnem até amanhã (5), em Brasília, para participar do Seminário Internacional Sobre Pesquisa em vacina anti-HIV, promovido pelo Ministério da Saúde.No Brasil, segundo dados do ministério, existem 600 mil portadores do vírus HIV. De acordo com a responsável pela Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento do ministério, Cristina Possas, quando implementada, a vacina terá duas estratégias."Uma chama-se estratégia vacinal preventiva: a pessoa toma a vacina e, se exposta ao vírus, não vai contrai-lo. Outra, é uma estratégia vacinal terapêutica para as pessoas que já são portadores do HIV e que vão receber a vacina para diminuir ou eliminar totalmente o vírus".Segundo Possas, o seminário vai ajudar e definir a futura distribuição da vacina, bem como evitar possíveis problemas. "Essas questões estão sendo discutidas agora para quando surgir uma vacina anti-HIV já exista um ambiente regulatório, ético, de distribuição na área de saúde com acesso universal".O Programa Nacional DST-AIDS, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), disponibilizou R$ 9 milhões para assegurar infra-estrutura nos locais de testes das vacinas, programas de treinamento e de capacitação profissional. A Universidade Federal de Pernambuco, em parceria com a Fundação Fiocruz e com pesquisadores da França e da China, iniciaram as pesquisas da vacina terapêutica. De acordo com o Ministério da Saúde, em até cinco anos, o país deve ter resultados sobre os estudos.

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