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Supostos pistoleiros brasileiros são presos pela polícia no Paraguai

12 janeiro 2010 - 12h35

No território paraguaio, agentes da Polícia Nacional daquele país prenderam dois brasileiros, após eles serem acusados de serem integrantes de uma rede de “pistolagem” que vem agindo na região de fronteira seca com o Mato Grosso do Sul. De acordo com informações, os dois supostos pistoleiros foram presos em uma casa que teria sido arrendada por membros da facção criminosa paulista, o PCC (Primeiro Comando da Capital).

De acordo com informações obtidas pela editoria de polícia do diário La Nación, na residência, investigada como uma das bases da facção criminosa paulista, na cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã, os policiais paraguaios prenderam os brasileiros Aírton Machado Rocha, 23, e Faustino Ramón Jara, 26, este último, segundo consta, com dupla cidadania.

Na casa que fica localizada à rua General Bruguez, no bairro Mariscal Estigarribia, foram encontradas e apreendidas uma espingarda calibre 12, munições para os calibres nove e 7,62 e vestimentas camufladas, similares às utilizadas por militares para procedimentos em áreas de mata. Já em outra casa que fica situada nas proximidades, os policiais apreenderam uma cédula de identidade paraguaia, certa quantidade de maconha e um regulamento escrito à mão e em português, que seria as normas que devem ser seguidas pelos integrantes da facção criminosa paulista.

Por outro lado, desde a última sexta-feira a Polícia Nacional vem intensificando blitz em Pedro Juan Caballero devido às execuções sumarias que foram registradas na cidade a partir da prisão do brasileiro Jarvis Ximenes Pavão e do paraguaio Carlos Alberto Caballero, o “Kapillo”. A prisão da dupla segundo a polícia teria “desestabilizada” o crime organizado na região, no entanto, mesmo assim, o fim de semana foi marcado pela quinta execução dos dez primeiros dias deste ano.

A vítima Alberto Cabañas, de 20 anos, ex-presidiário e de nacionalidade paraguaia, foi executado por dois homens que ocupavam uma motocicleta, com tiros de pistola 9 milímetros, sendo que pelo menos três tiros o atingiram na cabeça e os demais na região torácica e braços. Alberto Cabañas teria sido morto por um suposto ajuste de contas por estar provavelmente envolvido com o narcotráfico, todavia, a polícia paraguaia não descarta a hipótese de que ele tenha sido alvo de vingança. Já os dois supostos pistoleiros seriam interrogados, posteriormente deveriam ser sob forte escolta transferidos para a penitenciaria de Assunção onde permanecerão à disposição da justiça paraguaia.

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