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Sindicatos e universidades protestam contra reformas em Brasília

25 novembro 2004 - 14h49

Várias entidades sindicais, especialmente as ligadas ao ensino superior, promovem hoje na capital federal a Marcha à Brasília. O objetivo do ato, que deve começar por volta das 11h30 a partir da catedral da Esplanada dos Ministérios, é protestar contra as reformas sindical, trabalhista e, principalmente, a universitária. O local conta com reforço policial.O secretário-geral do Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), Márcio de Oliveira, entidade que organiza a manifestação, estimou em 10 mil o número de presentes, cinco mil a menos que o previsto. "É muito importante o protesto em relação à proposta de reforma universitária. Ela, como é hoje, desvia recursos públicos para financiar o setor privado da educação superior em detrimento da universidade pública, o que se evidencia, por exemplo, na medida provisória que instituiu o Prouni", afirma o presidente da Adusp (Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo), professor Américo Kerr.O protesto deve terminar por volta das 14h30 em frente ao MEC (Ministério da Educação). Antes de chegar ao destino final, o grupo, acompanhado de dois carros de som, prevê paradas no Itamaraty, no Congresso Nacional, Ministério da Reforma Agrária e Ministério do Trabalho.Em janeiro de 2004, quando Tarso Genro assumiu o comando do MEC (Ministério da Educação) no lugar de Cristovam Buarque, o governo federal elegeu como uma de suas prioridades a chamada reforma universitária.A pasta, assim, sugeriu uma série de mudanças, propostas e o estabelecimento de novas regras para regular o ensino superior público e privado no país. Um documento com o resumo dos objetivos do MEC para a área foi divulgado por Tarso Genro em agosto, fomentando elogios e críticas por diversos setores da sociedade: alunos, docentes, dirigentes e pensadores.Segundo o MEC, a reforma universitária proposta pelo governo foi pensada com base no Plano Nacional de Educação, elaborado para o decênio 2001-2010. Ele determina que, ao final do período, sejam ofertadas matrículas em cursos superiores correspondentes a 30% da população de jovens entre 18 e 24 anos. Para tal objetivo ser alcançado, será necessário dobrar a população com essa idade que ocupa os bancos universitários nos próximos seis anos.

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