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Secretário-geral da ONU elogia programa brasileiro de Combate a Aids

02 junho 2005 - 15h30

O Programa Brasileiro de Combate à Aids foi um dos destaques da reunião de alto nível sobre a doença promovida hoje pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.Na abertura do evento, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, citou o programa desenvolvido pelo governo brasileiro como um dos maiores sucessos em todo o mundo. O documento usado para embasar as discussões citou a estratégia brasileira como exemplo positivo ao garantir o tratamento com medicamentos anti-retrovirais a todos os pacientes com aids por mais de uma década, o que acabou contribuindo para reduzir drasticamente a evolução da epidemia.Ministros da Saúde de mais de 100 paises estão reunidos hoje na ONU para discutir os avanços obtidos no combate a doença desde 2001, ano da Declaração de Compromisso sobre HIV/Aids da Assembléia Geral da ONU, assinada pelos paises. A partir do encontro de hoje, será possível avaliar os avanços obtidos e preparar ações futuras para enfrentar o HIV.O Ministro da Saúde do Brasil, Humberto Costa, que representou o País na reunião, enfatizou para os demais delegados a importância de oferecer tratamento gratuito a todos os pacientes, paralelamente a um forte trabalho de prevenção e educação sexual. O sistema público de saúde brasileiro provê terapia anti-retroviral para 160 mil pacientes, atualmente - número que deve chegar a 170 mil ate o final de 2005. Além disso, monitora clínica e laboratorialmente dezenas de milhares de pessoas infectadas que ainda não desenvolveram os sintomas da doença. O período de sobrevivência médio das pessoas doentes passou dos cinco meses, registrados na década de 80, para 59 meses em 1996. A mortalidade foi reduzida em 40% e a incidência de doenças oportunistas caiu 75%.Uma das principais preocupações do programa brasileiro, segundo Costa, é o crescente encarecimento dos custos dos medicamentos, o que levará os demais países a uma discussão inevitável sobre propriedade intelectual e as patentes dos anti-retrovirais. Neste ano, o Ministério da Saúde prevê gastar US$ 370 milhões (R$ 945 milhões) com a compra de anti-retrovirais, 50% a mais do que em 2004.O ministro Humberto Costa também enfatizou a necessidade de incentivos a pesquisa para o desenvolvimento de uma vacina contra o vírus HIV.

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