Qual é a palavra mais repetida por membros do STF em qualquer pronunciamento, seja sobre emendas parlamentares ou sobre a prisão de Daniel Vorcaro ou a de Filipe Martins? Democracia. Qual é a palavra que mais se fala em um deserto? Provavelmente, água. O STF aumenta o próprio poder de maneira ilegal, esbulha a Constituição e destrói as instituições todo santo dia... e fala que é "em nome da democracia"? Justamente essa repetição chatérrima da mesma palavra revela sua ausência. O que chama a atenção das pessoas é que democracia seria a possibilidade de escolher seus dirigentes, uma certa liberdade política onde políticos e burocratas não são deuses e uma separação entre poderes – para que, caso um deles passe dos limites, seja controlado por outro. (Flavio Morgenstern)
VAMOS RELEMBRAR? A dinâmica de uma democracia real, porém, teve um tratamento curioso do STF nos últimos tempos. A atuação nas eleições de 2022 começou pela posse comemorada de Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (primeira partida do mundo em que o juiz foi mais celebrado que um dos atacantes). Passou pela censura confessa nas eleições (pela "democracia"), envolveu criminalizar uma operação contra a compra de votos no dia do pleito, coroou com um “missão dada é missão cumprida” e ainda deu -de bônus- um “perdeu, mané! Não amola!” a quem perguntou sobre o código-fonte. A liberdade política, então, está apenas nos livros de história?
Depois dos “inquéritos” com buscas e apreensões e quebras de sigilo contra qualquer pessoa que não obedeça ao novo poder absoluto do STF, do crime de tratar toda e qualquer conversa privada como conspiração armada para promover um golpe contra "a democracia", depois do inquérito das fake news infinito (quem se lembra do inquérito dos atos antidemocráticos, cancelado pela PGR e retomado como inquérito das milícias digitais no mesmo dia 1.º de julho de 2021?), depois de os únicos grandes assuntos no Congresso envolverem a palavra “regulamentação” e de medidas para controlar a população, enfim, depois de tudo isso, como pode defender o tal Estado democrático de Direito?
ALÉM DE DEMOCRACIA, o que falta aos membros do STF é um belo senso de ridículo. É uma empáfia que acha que exala “notório saber”... É aquele pseudo-refinamento de sempre se portar como autoridade em tudo, o que os faz parecer especialistas. É um comportamento de se auto-referir como se fossem a própria democracia o tempo todo. E é aquela demonstração jeca de viver em jantares badalados com banqueiros, como se fossem adolescentes... Isto é típico de república das bananas das mais ridículas. Elas também têm juízes amigos de banqueiros prendendo seus adversários e falando em democracia... E o Senado, nada fará? Ministério Público? Bananas, até quando? Acorda, Brasil!
Enquanto isso, recentemente, Alexandre de Moraes revogou a prisão domiciliar de uma idosa com câncer e mandou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) investigar o juiz da Vara de Execuções Penais (VEP) que a liberou do regime fechado. A contadora aposentada Sônia Teresinha Possa, de 68 anos, foi condenada em abril de 2024 a 14 anos de prisão em regime inicialmente fechado pelos crimes imputados aos réus dos atos de janeiro de 2023. A competência para executar a pena foi designada à VEP de Curitiba, onde o juiz José Augusto Guterres concedeu prisão domiciliar a Sônia, com base em laudos médicos apontando necessidade de tratar neoplasia maligna de pele. (Fonte: Gazeta do Povo)
A ADVOGADA Carolina Siebra, integrante da Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro, explica que “a execução da pena é um processo independente, devendo ser executada por outro juiz diferente do juiz da condenação”. Ou seja, segundo a advogada, Moraes faz “usurpação de competência” ao negar a flexibilização de prisão para Sônia. “A lei é clara em dizer que a execução não é feita pelo mesmo juiz que condenou. Em todo processo criminal, existem três juízes, para que não haja contaminação nas fases processuais. Você tem o juiz das garantias, que faz a investigação, o juiz que faz a instrução, ouve testemunhas etc e o juiz da execução. Moraes quer ser todos eles, o que é ilegal"...
Ou seja, pelo jeito não haverá "contenção" por parte dos "ilustres"... Então, quem vai parar todas as arbitrariedades e ilegalidades? As evidências são escancaradas demais para ignorar! Nosso atual STF e governo federal estão na lama! E agora?... Há momentos em que "posturas diplomáticas" revelam, com nitidez assustadora, as prioridades reais de um governo e representam, em sua essência, um teste moral. O que testemunhamos nestes dias foi um teste, onde Lula se revelou, mais uma vez. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações narcoterroristas internacionais. Mas...
A REAÇÃO DO GOVERNO brasileiro? Não foi apoiar a medida, não foi celebrá-la como avanço no combate ao crime organizado que assola milhões de famílias brasileiras. Ele preferiu resistir com unhas e dentes, como se as facções fossem patrimônio nacional a ser preservado. A decisão americana não surge de improviso ou de voluntarismo político de Trump. Diretrizes estratégicas recentes de Washington, expressas na National Security Strategy (NSS) e na National Defense Strategy (NDS), publicadas entre o fim de 2025 e o início de 2026, consagraram uma mudança de paradigma, na qual o narcotráfico foi alçado à condição de ameaça à segurança nacional e internacional. Terrorismo, sim!
Lula e sua camarilha, contudo, insistem em tratar PCC e CV como problemas domésticos de segurança pública, como se essas organizações não operassem em dezenas de países e não movimentassem bilhões em tráfico de drogas, armas e pessoas. Essa recusa obstinada em reconhecer a dimensão internacional do problema é, possivelmente, o exemplo mais explícito da delinquência diplomática que desde sempre caracteriza o lulopetismo, para quem a defesa de criminosos parece ser política de Estado. E aqui se torna legítimo perguntar por que o atual governo brasileiro resiste à designação. Por que, afinal, Lula e seus assessores tanto temem essa classificação? A resposta...
SOBERANIA DE QUEM? Essas facções já dominam territórios, impõem leis próprias a comunidades inteiras, infiltram estruturas de Estado e operam redes financeiras internacionais. Talvez, a verdadeira razão do desconforto resida em relações que o lulopetismo prefere manter longe dos holofotes, relações cuja natureza o brasileiro comum começa a suspeitar e que uma designação internacional tornaria ainda mais difíceis de esconder. Não é coincidência, nesse contexto, que o adiamento indefinido da visita de Lula a Washington, oficialmente atribuído à guerra no Irã, tenha ocorrido no momento em que a classificação das facções avançava no Departamento de Estado.
E, assim, chegamos ao episódio que talvez melhor sintetize a degradação a que o lulopetismo submeteu a política externa brasileira: o chanceler Mauro Vieira telefonou para o secretário Marco Rubio com o objetivo declarado de convencê-lo de que os Estados Unidos não deveriam classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Então, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, representante de um país de 214 milhões de habitantes que sofrem diariamente com a violência dessas organizações, liga para o principal diplomata americano - não para pedir mais cooperação, não para solicitar apoio, mas para defender os interesses do PCC e do Comando Vermelho?!?!?
É UMA HUMILHAÇÃO de proporções históricas e politicamente reveladora: o esforço brasileiro concentrou-se em dissuadir a classificação, não em liderar uma agenda continental de enfrentamento ao crime organizado. Contudo, isso não deveria ser tão surpreendente. Estamos falando do mesmo governo que defendeu consistentemente o Hamas e o Hezbollah, duas das organizações terroristas mais cruéis e conhecidas em todo o mundo, e cujas conexões com o crime organizado brasileiro agora emergem no escândalo do Banco Master, onde a Polícia Federal (PF) identificou operações bilionárias ligadas a lavagem de dinheiro para o PCC e o próprio Hezbollah. Pois é! (Fonte: Revista Oeste)
A defesa que Lula faz de terroristas e narcotraficantes não é incidente isolado; é padrão de conduta que revela as relações nada republicanas do petismo com a escória do mundo, relações que a maioria dos brasileiros repudia e que a história certamente condenará.
A HISTÓRIA também é feita de recomeços e o Brasil voltará a estar do lado certo, ao lado das nações que combatem o narcoterrorismo, ao lado dos países que protegem suas populações em vez de proteger criminosos. E assim nos distanciaremos dos delinquentes dos quais Lula e seus asseclas nos aproximaram e recuperaremos a dignidade e o orgulho da política externa nacional. Esse dia virá, e não está longe. Acorda, BRASIL!
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Rodolpho Barreto - Crédito: Divulgação