O secretário interino de Avaliação e Gestão da Informação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Roberto Wagner Rodrigues, foi convidado a participar, na sexta-feira (08/06), da Conferência sobre Proteção Social e Redução da Pobreza, na Cidade do Cabo, África do Sul. No encontro, discussão de estratégias de países latino-americanos e africanos para acelerar o cumprimento das Metas do Milênio, das Organizações das Nações Unidas (ONU).
Na participação do representante do governo brasileiro, detalhes sobre as experiências e os desafios na proteção social e no combate à pobreza no País. Em destaque, a contribuição dos programas do MDS para a redução do índice de pobreza e desigualdade. No período de 2003 a 2005, a taxa de pobreza no Brasil caiu de 28,2% para 22,8% e os dois principais programas federais de transferência de renda (Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada) foram responsáveis por 28% da queda da desigualdade. O encontro foi promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com a participação de Brasil, África do Sul, México, Chile, Argentina, Paraguai, Zimbábue, Uganda e Reino Unido.
Colômbia – Também na sexta (08), outra representante do MDS – a diretora interina de Avaliação e Monitoramento, Leonor Pacheco – foi convidada a falar sobre os programas sociais brasileiros durante a primeira Conferência na América Latina e Caribe sobre Mensuração da Segurança Alimentar Domiciliar, evento que acontece na cidade de Antioquia. Em foco, os resultados do Fome Zero – estratégia que envolve mais de 30 programas do Governo Federal, com investimento de R$ 13,3 bilhões neste ano.
Os investimentos nessa estratégia possibilitam acesso à alimentação, promovem a geração de trabalho e renda e melhoram a qualidade de vida nas regiões mais pobres do Brasil. O volume de recursos de 2007 é 114% maior que o valor executado em 2003 (R$ 6,2 bilhões). O Bolsa Família, carro-chefe do Fome Zero, está presente em 11 milhões de lares pobres. Além disso, o Governo Federal ampliou os recursos destinados à alimentação escolar, ao fortalecimento da agricultura familiar e à garantia de água na região do Semi-Árido. Outras iniciativas foram a criação de uma rede de proteção social e a aprovação da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional.
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