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Produtores vão protestar em frente ao Banco do Brasil

27 maio 2006 - 06h41

Terminou no final da tarde de ontem, a reunião dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul que votou pela continuidade do movimento Alerta do Campo com novas estratégias de ação.Ficou estabelecido na reunião que a primeira ação será já que na próxima segunda-feira. Em todos os municípios haverá uma concentração, ordeira e pacífica, em frente às agências do Banco do Brasil para pressionar pela rápida liberação das medidas anunciadas. Segundo informou o presidente da Famasul ( Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Leôncio de Souza Brito Filho, outras medidas demoraram cerca de um mês para começar a serem operacionalizadas. “Vamos em grupo, cada um vai procurar o gerente para perguntar como seu caso será enquadrado no plano; acredito que não teremos resposta”, ironizou, reforçando ainda: “Há uma grande diferença entre anunciar R$ 60 bilhões e colocar a disposição esse dinheiro”.Outra questionamento levantado por todos é em relação a dívida com a iniciativa privada, como os fornecedores de insumos e comércio local, que de acordo com levantamentos do departamento de economia da Famasul  representa cerca de 80% do endividamento dos produtores do Estado e que já vem refletindo na economia geral dos municípios. De volta à suas bases, os líderes ruralistas devem realizar reuniões nos Sindicatos Rurais para estudar o plano e levantar os itens que não foram atendidos de acordo com a realidade local. Todos devem encaminhar com urgência um relatório a Famasul, que irá elaborar um documento único com as reivindicações para ser enviado à CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).Em alguns municípios, como Maracaju, os produtores vão dar uma “trégua”, saindo das rodovias, Agências Fazendárias, armazéns e recolhendo os tratores para as propriedades. Porém em outras localidades decidiu-se pela não interrupção do protesto. É ocaso de São Gabriel do Oeste, onde o movimento de Mato Grosso do Sul começou, há exatamente um mês. Hoje pela manhã os produtores já se reuniram para avaliar a situação. O presidente do Sindicato Rural, Nei José Canziani Filho, disse que a área plantada do município deve reduzir em pelo menos 30% e que alguns produtores já falam em reduzir entre 50% e 70%. “O pacote não atende nossas necessidades. Não desmobilizaremos e se não visualizarmos renda para continuar na atividade não vamos plantar”.  

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