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LAVA JATO

PGR denuncia deputado Vander Loubet e mais quatro

18 dezembro 2015 - 19h05

A Procuradoria Geral da República apresentou nesta sexta-feira (18) denúncia contra o deputado federal Vander Loubet (PT-MS) e outras quatro pessoas envolvidas na Operação Lava Jato: Pedro Paulo Leoni Ramos, Ademar Chagas da Cruz, Fabiane Karina Miranda Avanci e Roseli da Cruz Loubet, segundo informou a assessoria do órgão.

De acordo com o portal G1, todos são acusados dos crimes de organização criminosa, em esquema ligado ao senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) junto à BR Distribuidora. Segundo a peça, mantida sob segredo de Justiça, foram encontrados indícios de corrupção passiva no valor de R$ 1.028.866,00, entre 2012 e 2014.

Ao portal, o advogado de Loubet, Paulo Quezado, afirmou que ainda não teve acesso à denúncia e só se manifestará após ler a peça.

Loubet faz parte do primeiro grupo de políticos investigados pela Lava Jato. Em março deste ano, foi aberto um inquérito sobre ele. Na peça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedia investigação dele por supostamente ter se associado ao lobista Jorge Luz e ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para discutir repasses de dinheiro para o ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que é investigado no mesmo inquérito.

As investigações apontam que Loubet teria recebido recursos de Pedro Paulo Leoni Ramos, ligado a Collor e que atuava na gestão de fundos de investimentos e de recursos junto à BR Distribuidora. Para isso, teria se utilizado de “esquema fraudulento de transferências de recursos” por meio de empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef, em contratos com a Petrobras.

Ainda segundo as investigações, Loubet faria parte do núcleo político do esquema da Petrobras e recebeu valores que sabia terem origem em fraudes na Petrobras. Segundo a PGR, ele teria ele dissimulado a origem dos valores pagando fornecedores de campanha eleitoral em 2012.

Em depoimento à PF, Loubet negou ter recebido qualquer vantagem financeira de contratos da Petrobras, que não possui negócio em comum com Vaccarezza, nem “qualquer tipo de subordinação na atuação político-partidária”. (Com G1)

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