Embora o Brasil não tenha ainda uma cultura de poupar, atualmente, o patrimônio da previdência complementar do país lidera o ranking mundial de crescimento com 14,7% de aumento em 2010. “As pessoas passaram a ver os benefícios e a segurança financeira que o investimento traz nesse momento crucial da vida”, explica a diretora-presidente da Fundação Enersul, Zilfa Gomes Braz Andrekowisk.
Reeleita no último dia 21 para a gestão 2011/2013, Zilfa representa a instituição pioneira na atividade em Mato Grosso do Sul, junto com os Diretores-Executivos Luiz Hiroshi Deai e Edson Milton Gênova, Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal. A diretora, que está na presidência desde 95, contabiliza o crescimento dos investimentos, “se antes tínhamos um patrimônio de 45 milhões de reais, hoje somam em torno de 300 milhões, isso significa que as pessoas estão de preocupando com o futuro”, relembra.
Ainda assim, os números brasileiros são baixos quando comparados aos países mais tradicionais. Se no Brasil, os fundos de pensão somam 342 bilhões de dólares, representando 17% do PIB – Produto Interno Bruto, na Holanda os números saltam para mais de um trilhão de dólares. Juntas, as treze maiores indústrias de fundos de pensão, que inclui o Brasil, correspondem por mais de 85% dos ativos globais.
De acordo com uma pesquisa da empresa Towers Watson, os ativos previdenciários corresponderam a 76% do PIB mundial em 2010. Andrekowisk orienta, “o ideal é começar a poupar a partir dos 30 anos, realizar cálculos de quanto e quando pretende receber de aposentadoria e começar a investir”.
O papel da Fundação Enersul é capitalizar e aplicar os recursos das contribuições dos participantes, funcionários da Enersul e suplementar o benefício pago pelo INSS. “A previdência complementar ajuda a manter o padrão financeiro que o profissional estava acostumado, pois pelo poder público, o teto mensal não ultrapassa os R$ 4 mil” afirma o diretor vice-presidente da Enersul, Cyro Vicente Boccuzzi.
“Nós trabalhamos com as expectativas de pessoa que querem ter uma velhice segura, e estamos cumprindo esse dever”, sintetiza a conselheira empossada Ercy Delgado Dias. O ex-assessor jurídico da Enersul Vicente Sarubbi, um dos beneficiados pela Fundação Enersul também um dos precursores da instituição, está aposentado desde 97. “É bom testar a ferramenta que ajudei a criar, estou muito satisfeito com o investimento que fiz”, finaliza.
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